Setor público registra superávit primário de R$3,7 bilhões em outubro

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Setor público registra superávit primário de R$3,7 bilhões em outubro (Foto: Divulgação) Setor público registra superávit primário de R$3,7 bilhões em outubro

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira, 28, que o setor público consolidado registrou superávit primário de R$3,7 bilhões em outubro. O Governo Central apresentou superávit primário de R$4,9 bilhões; e os governos regionais e as empresas estatais, déficits de R$741 milhões e R$434 milhões, respectivamente.

No ano, o resultado primário acumula déficit de R$11,6 bilhões, comparativamente ao superávit de R$51,2 bilhões no mesmo período de 2013. Considerando-se os fluxos acumulados em doze meses, o superávit primário atingiu R$28,6 bilhões (0,56% do PIB), comparativamente a R$31,1 bilhões (0,61% do PIB) em setembro.

Os juros nominais, apropriados por competência, alcançaram R$21,5 bilhões em outubro, comparativamente a R$43,9 bilhões em setembro. Contribuiu para essa redução o resultado favorável de R$6,8 bilhões nas operações de swap cambial, ante resultado desfavorável de R$18,4 bilhões no mês anterior. No acumulado no ano, os juros nominais atingiram R$230,7 bilhões, comparativamente a R$194,9 bilhões no mesmo período de 2013. Em doze meses, os juros nominais totalizaram R$284,6 bilhões (5,57% do PIB), elevando-se 0,04 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

O resultado nominal, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados por competência, foi deficitário em R$17,8 bilhões em outubro. No acumulado no ano, o déficit nominal alcançou R$242,2 bilhões, comparativamente a R$143,8 bilhões no mesmo período do ano anterior. Nos últimos doze meses, o déficit nominal alcançou R$256 bilhões (5,01% do PIB), elevando-se 0,09 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

Por fim, no mês, ocorreram expansões de R$35,2 bilhões na dívida mobiliária e de R$1,4 bilhão no financiamento externo líquido, contrabalançadas, parcialmente, pelas reduções de R$11,8 bilhões na dívida bancária líquida e de R$7 bilhões nas demais fontes de financiamento interno, que incluem a base monetária.

(Redação – Agência IN)