Receita Líquida da TIM totalizou R$ 4.340 mi no 1T21

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Receita Líquida da TIM totalizou R$ 4.340 mi no 1T21 (Foto: Pexels) Receita Líquida da TIM totalizou R$ 4.340 mi no 1T21

No 1T21, a Receita Líquida da TIM totalizou R$ 4.340 milhões, representando um crescimento de 3,0% A/A e confirmando a trajetória de recuperação vista desde o 3T20. Essa melhora foi limitada parcialmente por impactos concentrados no mês de março devido a nova onda da pandemia de COVID-19.

A Receita Líquida de Serviços cresceu 3,3% A/A no primeiro trimestre, acelerando o seu crescimento versus trimestres anteriores. Todos os componentes de serviços contribuíram positivamente para essa aceleração. Já a Receita Líquida de Produtos interrompeu sua trajetória de recuperação, registrando queda de 10,1% A/A no 1T21,sendo a linha mais afetada pelo fechamento de pontos de venda e redução da circulação de pessoas devido à pandemia.

Os Custos e Despesas Operacionais Reportados totalizaram R$ 2.319 milhões no 1T21(+1,5% A/A). O comparativo é afetado modestamente por efeitos não recorrentes contabilizados no 1T20 –no valor de R$ 2,6 milhões –relacionados a ajustes ao contrato de sale-leasebackde torres. Neste trimestre, a linha não foi impactada por despesas não recorrentes.

O EBITDA Normalizado do 1T21 totalizou R$ 2.020 milhões, registrando um aumento de 4,5% A/A. As principais alavancas para este desempenho foram a retomada do crescimento da Receita de Serviços Móveis, a manutenção do sólido crescimento da Receita de Serviços Fixos. Com o resultado do 1T21, a TIM está a 19 trimestres com crescimento positivo de EBITDA, demonstrando a consistência de sua estratégia e o compromisso com a rentabilidade do negócio. A Margem EBITDA Normalizada atingiu 46,6%, o que se traduz em uma expansão de 0,7 p.p. em comparação com o 1T20.

O Resultado Financeiro Líquido do 1T21 foi negativo em R$ 225 milhões, o que representa uma melhora de R$ 26 milhões quando comparado ao 1T20. Esta diferença é majoritariamente explicada por uma menor despesa financeira decorrente do efeito líquido entre: menor gasto com juros sobre financiamentos, menores despesas advindas da atualização monetária sobre provisões de contingências civis e trabalhista; e maior volume de juros sobre leasings.

No 1T21, o Lucro Líquido Normalizado apresentou alta de 57,9% frente ao 1T20, totalizando R$ 277 milhões. O Lucro por Ação (LPA) Normalizado do trimestre foi de R$ 0,11 ante os R$ 0,07 do 1T20.

O Fluxo de Caixa Operacional Livre (FCOL) do 1T21 foi positivo em R$ 622 milhões, um crescimento de R$ 1.020 milhões, revertendo o resultado negativo de R$ 398 milhões registrado no 1T20. Este resultado reflete, principalmente, uma Variação do Capital de Giro mais positiva.

Por fim, o Capex totalizou R$ 1.324 milhões no 1T21, um crescimento de 46,5% comparado ao 1T20. A alta é explicada, principalmente, pela retomada dos investimentos após dois trimestres impactados pela reavaliação de projetos por conta da pandemia. Além disso, o trabalho de preparação da infraestrutura para integração dos ativos móveis da Oi está sendo iniciado.

(Redação- Investimentos e Notícias)