Barômetros Globais mantém patamar elevado

O Barômetro Coincidente mantém a tendência de alta e alcança, em junho, o maior nível da série histórica, consolidando a recuperação da atividade econômica mundial no segundo trimestre de 2021, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador Antecedente por sua vez, recua, num sinal de acomodação após a sequência de três altas significativas nos meses anteriores.

Clima Econômico da América Latina melhora, aponta FGV

O Clima Econômico da América Latina melhorou no 2º Trimestre de 2021 em relação ao trimestre anterior, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Após a quarta alta seguida do indicador trimestral, seus dois componentes continuam a sugerir avaliações diferentes de acordo com o horizonte temporal. Enquanto as expectativas em relação aos próximos meses são otimistas, a percepção em relação à situação atual é ainda bem desfavorável. A pandemia do COVID-19 é destacada como um problema em todos os países., mas a melhora da demanda mundial e do aumento do preço das commodities influencia positivamente na revisão do crescimento econômico para 2021 na maioria dos países da região.

Indicador de Incerteza da Economia recua 7,1 pontos em abril, aponta FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 7,1 pontos em abril na comparação com março. Ao registrar 129,4 pontos, o IIE-Br se distancia de seu pico histórico, de 210,5 pontos, mas ainda está 14,3 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil.

71% da população veem recuperação da economia só em 2022

O ritmo da vacinação e a segunda onda da covid-19 derrubaram a expectativa do brasileiro em uma retomada mais rápida da economia. A terceira edição da pesquisa “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, mostra que 71% das pessoas consideram que a economia vai levar, pelo menos, um ano para se recuperar. Foram entrevistadas 2.010, entre 16 e 20 de abril deste ano. Em julho de 2020, eram 61%. Essa pergunta não foi feita na primeira edição.

PMI Composto do Brasil registra 45,1 pontos em março

O setor de serviços do Brasil entrou fortemente em território de contração desde março, quando o aumento nos casos da doença do coronavírus de 2019 (COVID-19) e a reimplementação de restrições levaram a um declínio acentuado do volume de novos pedidos, segundo dados do Markit Economics. Em resposta, as empresas reduziram a atividade de negócios ao ritmo mais rápido desde meados de 2020, e continuaram reduzindo postos de trabalho. Enquanto isso, as pressões inflacionárias sobre os custos se intensificaram, sendo o aumento mais recente o mais acentuado em mais de cinco anos. Os preços de venda aumentaram a um ritmo mais lento, embora acentuado, e algumas empresas limitaram os ajustes de preços devido a iniciativas de aumento das vendas.

Expectativas mais pessimistas em março, mostra FGV

O aumento do número de mortes por covid-19 e seu reflexo sobre a atividade econômica elevaram o risco percebido pelo consumidor em relação a emprego, renda e à própria saúde, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). As expectativas tornaram-se bastante pessimistas em março e a percepção sobre a situação atual das finanças familiares e da economia é a pior da série iniciada em setembro de 2005.

Balança comercial fecha março com superávit de US$ 1,482 bilhões

A balança comercial brasileira teve um saldo positivo de US$ 1,482 bilhão em março. De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, apesar do superávit, o desempenho é o pior para o mês desde 2015, quando o saldo foi de US$ 455,5 milhões.

Indicador Antecedente da Economia recuou em fevereiro

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre o FGV IBRE e The Conference Board (TCB), recuou 0,6% para 123,0 pontos em fevereiro de 2021. Das oito séries componentes, cinco contribuíram de forma negativa para o resultado agregado, com a maior contribuição negativa vindo do Indicador de Expectativas da Indústria.

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