Taxa de desocupação cresce 0,6 p.p. no trimestre

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Taxa de desocupação cresce 0,6 p.p. no trimestre (Foto: Divulgação) Taxa de desocupação cresce 0,6 p.p. no trimestre

A taxa de desocupação (12,6%) no trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 subiu 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2017 (12,0%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já em relação ao mesmo trimestre móvel do ano anterior (13,2%), houve queda (-0,6 ponto percentual).

A população desocupada (13,1 milhões) aumentou 4,4%, ou seja, mais 550 mil pessoas em relação ao trimestre anterior (12,6 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 13,5 milhões de desocupados, houve queda (-3,1% ou menos 426 mil pessoas nesta situação). 

A população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) cresceu 0,8% (ou mais 537 mil pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2017 e chegou ao seu maior nível na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. Frente ao mesmo trimestre de 2017, houve estabilidade.

A população ocupada (91,1 milhões) recuou (-0,9% ou menos 858 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, também houve redução (-2,0% ou menos 1,7 milhão de pessoas ocupadas).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,1 milhões) ficou estável frente ao trimestre anterior (setembro a novembro de 2017). No confronto com o trimestre de dezembro/2016 a fevereiro/2017, houve queda (-1,8% ou menos 611 mil pessoas). Esse contingente chegou ao seu menor nível na série histórica desde 2012.

O número de empregados sem carteira de trabalho assinada (10,8 milhões) recuou (-3,6%, ou menos 407 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior, mas subiu 5,0% (mais 511mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,1 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2017. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 4,4% (mais 977 mil pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.186) no trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 ficou estável frente ao trimestre de setembro a novembro de 2017 (R$ 2.165) e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.148).

Por fim, a massa de rendimento real habitual (R$ 194,1 bilhões) ficou estável em relação ao trimestre móvel de setembro a novembro de 2017. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve aumento de 4,1%, ou mais R$ 7,6 bilhões.