Confiança da Indústria registra maior variação positiva

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas aumentou 16,2 pontos em junho, alcançado 77,6 pontos, a maior variação positiva da série histórica. A alta de 19,4 pontos nos últimos dois meses, contudo, recupera apenas metade dos 39,3 pontos perdidos entre março e abril.

Prévia da Indústria sinaliza aumento da Confiança em junho

A prévia da Sondagem da Indústria de junho de 2020 sinaliza aumento de 15,2 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de maio, para 76,6 pontos, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Caso o resultado se confirme, essa será a maior variação mensal positiva da série.

Nível de utilização da capacidade instalada melhora em maio

Em maio, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) apresentou leve melhora, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE). O indicador, que havia caído em abril para 57,3% – o menor nível da série histórica, iniciada em 2001 – subiu ligeiramente para 60,3%. A melhora ocorreu em 12 dos 19 segmentos pesquisados na Sondagem da Indústria, mas foi insuficiente para recuperar os 18 pontos percentuais que perdeu na passagem de março para abril.

Confiança da Indústria avança em maio, mostra FGV

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 3,2 pontos em maio, ao passar de 58,2 pontos (mínimo da série) para 61,4 pontos, o segundo menor valor da série. Esse resultado representa recuperação de apenas 7,4% da perda de 43,2 pontos observada entre fevereiro e abril desse ano.

Queda da atividade industrial registra novo recorde

A Sondagem Industrial divulgada nesta quarta-feira (20), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra um recuo sem precedentes na atividade industrial brasileira tanto em intensidade quanto em alcance, entre março e abril deste ano, devido aos efeitos da crise provocada pelo coronavírus. O índice de evolução da produção registrou 26 pontos em uma escala de 0 a 100. Nessa metodologia, os valores abaixo de 50 pontos mostram queda.

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