Mecanismos de saída de joint ventures

As joint ventures representam formas associativas por meio das quais duas ou mais empresas combinam esforços em torno de um projeto específico. A estruturação jurídica dessas parcerias é bastante flexível, na medida em que se trata de uma associação fundamentalmente econômica. A vinculação dos sócios de uma joint venture pode ser tanto societária, quando há formação de um veículo empresarial autônomo, ou simplesmente contratual, quando os sócios optam por não constituir uma nova sociedade e lastreiam sua relação apenas em contrato.

Contrato de empreitada à Luz do Código Civil Brasileiro

Este artigo tem como objetivo esboçar as nuances a respeito do Contrato de Empreitada que encontra respaldo legal, a luz do Código Civil Brasileiro de 2002, apresentado no livro das obrigações, em seu Capítulo VIII, nos artigos 610 ao 626, que dispõe sobre o Contrato de Empreitada.

Créditos judiciais e a Covid-19

O segmento de gestão de ativos judiciais (compra e venda de processos) está evoluindo no Brasil em função do número elevado de processos em andamento, a lentidão extrema do judiciário e as dificuldades financeiras de pessoas físicas e jurídicas em meio a pandemia Covid-19 - com a crise as pessoas buscam levantar o dinheiro que está parado.

Contencioso de massa: o Tsunami que está por vir

O que antes era apenas um pesadelo distante para as empresas B2C (que oferecem serviços diretamente ao consumidor) se tornou uma realidade: empresas estimulando o ajuizamento de ações contra empresas que, de forma pontual ou recorrente, incorrem em infrações ao direito do consumidor. O que já era uma dor de cabeça tende a crescer de forma exponencial com agentes organizando e fomentando o ajuizamento de ações judiciais. Mais: com o passar do tempo, elas conseguem fazer uma jurimetria, de forma a saber com exatidão quanto aquela causa vai custar à empresa demandada.

As novas possibilidades profissionais do plástico

Ofertas de empregos na área de plásticos são recorrentes na internet, mas ainda há uma carência de profissionais habilitados para atender adequadamente essa demanda. O número de faculdades de engenharia química, de materiais e de cursos técnicos em química ou plásticos até pode atender o mercado, mas o ‘chão de fábrica’ ainda não conta com trabalhadores qualificados em número suficiente para diversos segmentos e principalmente ‘nichos de mercado’, ou seja, áreas novas ou inexploradas, que estão à espera de serem examinadas para gerar mais dividendos aos empreendedores. 

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