Preço de venda de imóveis comerciais encerra setembro em alta

O preço médio de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² apresentou nova alta de 0,11% em setembro, enquanto o preço médio de locação do segmento recuou 0,22% no mês. Comparativamente, ambos resultados ficaram abaixo da variação do IPCA/IBGE (+0,64%). No caso do preço médio de venda do segmento, o resultado positivo no mês foi impulsionado pelas altas observadas em Salvador (+0,80%), Brasília (+0,27%), Curitiba (+0,21%), Rio de Janeiro (+0,20%) e São Paulo (+0,12%), ao passo que a queda no preço médio de locação de imóveis comerciais foi liderada pelos recuos registrados em cidades como Curitiba (-0,80%), Salvador (-0,70%), Rio de Janeiro (-0,68%), Belo Horizonte (-0,57%), Florianópolis (-0,53%) e Campinas (-0,25%). Com esses resultados, o comportamento do preço médio de venda acumula ligeira alta no ano (+0,15%), enquanto o preço médio do aluguel de imóveis comerciais recua 0,47% no mesmo recorte temporal.

Pesquisa Secovi-SP registra alta 1,30% no aluguel em setembro

O valor dos contratos de locação residencial fechados na cidade de São Paulo subiu 1,30% em relação ao resultado de agosto, segundo Pesquisa de Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). No acumulado de 12 meses (outubro de 2019 a setembro de 2020), houve ligeira correção de 0,14% no valor dos contratos. Em igual período, o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), medido pela Fundação Getúlio Vargas, apresentou variação de 17,94%.

Preço médio de venda de imóveis residenciais registra alta

O Índice FipeZap, que acompanha o comportamento do preço médio de venda de imóveis residenciais em 50 cidades, voltou a registrar alta em setembro (+0,53%), após avançar 0,37% em agosto. O resultado representa a maior alta mensal desde setembro de 2014, quando o Índice FipeZap registrou aumento de 0,55% no preço médio de venda de imóveis residenciais. Comparativamente, a variação mensal do índice foi superior ao comportamento esperado do IPCA/IBGE para o mês (+0,43%), segundo expectativa publicada no último Boletim Focus do Banco Central do Brasil. 

Preços médios de imóveis comerciais encerram junho com estabilidade

Os preços médios de imóveis comerciais permaneceram praticamente estáveis em junho, encerrando o período com variação de -0,04% (venda) e -0,02% (locação). Comparativamente, o comportamento dos preços de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² ficou abaixo da variação do IPCA/IBGE (+0,26%). Dentre as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, apenas 3 apresentaram variação do preço de venda no campo positivo: São Paulo (+0,42%), Campinas (+0,03%) e Niterói (+0,01%), enquanto, entre os imóveis para locação, os avanços foram registrados em 4 das 10 cidades: Niterói (+1,00%), Belo Horizonte (+0,32%), Campinas (+0,24%) e São Paulo (+0,12%). Em contraste, as quedas mais expressivas foram observadas em: Brasília (-1,60%), Florianópolis (-0,57%), Rio de Janeiro (-0,42%), entre imóveis à venda, e em: Salvador (-0,36%), Florianópolis (-0,34%) e Rio de Janeiro (-0,31%), entre imóveis para locação.

Preços médios de imóveis comerciais encerram maio estáveis

Os preços médios de imóveis comerciais oscilaram perto da estabilidade em maio, encerrando o período com variação de -0,03% (venda) e +0,09% (locação). Comparativamente, o comportamento dos preços de salas e conjuntos comerciais de até 200m² superaram a deflação apontada pelo IPCA/IBGE no mês (-0,38%). Dentre as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, 4 apresentaram variação do preço de venda no campo positivo: Curitiba (+0,57%), Niterói (+0,50%), São Paulo (+0,07%) e Campinas (+0,01%), enquanto, entre os imóveis para locação, os avanços foram registrados em 6 dos 10 municípios, com destaque para Niterói (+1,55%), São Paulo (+0,34%) e Belo Horizonte (+0,28%). Em contraste, as quedas mais expressivas foram observadas em Salvador (-0,51%), Belo Horizonte (-0,41%) e Porto Alegre (-0,28%), entre imóveis à venda, e em Brasília (-2,49%), Curitiba (-0,53%) e Florianópolis (-0,45%), entre imóveis para locação.

Financiamentos imobiliários somam R$ 6,7 bilhões em abril

Os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 6,7 bilhões em abril de 2020, com queda de 0,4% em relação ao mês anterior e alta de 22,6% comparativamente ao mesmo mês do ano passado. O volume financiado em abril, o primeiro mês completo sob isolamento social, foi próximo ao dos dois meses anteriores, indicando assim, até então, ausência ou pequeno impacto da crise do novo coronavírus sobre o crédito imobiliário com recursos do SBPE.

COVID-19 afeta expectativas dos agentes do mercado imobiliário

Com a chegada e disseminação da COVID-19 ao país, a pesquisa Raio-X FipeZap do 1º trimestre de 2020 oferece dados inéditos sobre o perfil e o comportamento dos agentes do mercado imobiliário durante a pandemia, incluindo informações sobre o comportamento e a intenção de compra; a participação de investidores entre compradores; a incidência e percentual de descontos sobre o valor anunciado; bem como a percepção e as expectativas com respeito ao nível e trajetória dos preços dos imóveis no curto e longo prazos. Na sequência, são apresentados os principais destaques da última rodada da pesquisa (referente ao 1º trimestre de 2020), que contou com a participação de 1.841 respondentes:

Preço de venda residencial avança 0,23% em maio

O Índice FipeZap apresentou alta nominal de 0,23% em maio, superando ligeiramente as variações observadas em abril (+0,20%) e em março (+0,18%). Comparativamente, a variação mensal do índice também superou o comportamento esperado do IPCA/IBGE para maio (-0,40%), segundo expectativa publicada no último Boletim Focus do Banco Central do Brasil. Uma vez confirmada essa variação dos preços ao consumidor, calcula-se que o preço médio de venda de imóveis residenciais encerrará o referido mês com alta real de 0,63%. Individualmente, dentre as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, aquelas que apresentaram maior elevação de preço médio no último mês foram: Curitiba (+1,05%), Campo Grande (+0,99%) e Manaus (+0,57%). Em contraste, Recife exibiu o maior recuo no preço médio entre as capitais monitoradas (-1,47%), sendo acompanhada por Porto Alegre (-0,26%) e Maceió (-0,21%). No tocante às duas cidades de maior representatividade no Índice FipeZap, São Paulo apresentou alta de 0,29% em maio, superando a variação observada no Rio de Janeiro, onde a alta mensal registrada foi de 0,21%.

Assinar este feed RSS