Os principais índices de Wall Street tinham desempenho misto nesta quarta-feira, com o Dow recuando de níveis recordes intradiários após dois pregões de avanço, enquanto investidores avaliavam uma série de dados econômicos.
Às 13h02 (horário de Brasília), o Dow Jones caía 169,99 pontos, ou 0,34%, a 49.292,09 pontos. O S&P 500 tinha alta de 8,11 pontos, ou 0,12%, a 6.952,93 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançava 112,39 pontos, ou 0,48%, a 23.659,56 pontos.
O Dow recuava em relação ao seu recorde de alta e seguia cerca de 1,5% abaixo do nível histórico de 50.000 pontos.
Wall Street subiu na terça-feira em meio a um entusiasmo renovado por ações ligadas à inteligência artificial.
As vagas de emprego em aberto nos EUA caíram mais do que o esperado em novembro, após um aumento marginal em outubro, enquanto um relatório separado da ADP mostrou que a criação de vagas pelo setor privado aumentou menos do que o esperado em dezembro.
Kim Forrest, diretor de investimentos da Bokeh Capital Partners, disse que os investidores poderão permanecer cautelosos nos próximos dias, evitando quaisquer apostas exageradas até que o principal relatório de emprego seja divulgado na sexta-feira.
Os três principais índices de Wall Street parecem ter começado 2026 com tendência positiva, após terem marcado seu terceiro ano consecutivo de ganhos de dois dígitos em 2025.
Os mercados também ficarão de olho nos acontecimentos geopolíticos, incluindo os acontecimentos na Venezuela após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo governo dos EUA no fim de semana.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que seu país refinará e venderá até 50 milhões de barris de petróleo bruto presos na nação latino-americana.
Os EUA disseram que apreenderam um navio-tanque de bandeira russa ligado à Venezuela na quarta-feira, marcando os esforços de Washington para ditar os fluxos de petróleo no quintal dos EUA e forçar o governo socialista de Caracas a se tornar seu aliado.
A Casa Branca disse na terça-feira que Trump está discutindo opções para tomar o controle da Groenlândia, incluindo o uso potencial das forças armadas dos EUA.
(Com Reuters)