Segmento de Reciclagem da Metso espera crescer 15% em 2017

Segmento de Reciclagem da Metso espera crescer 15% em 2017 Foto: Divulgação Segmento de Reciclagem da Metso espera crescer 15% em 2017

Área de reciclagem traz novas soluções aderentes ao conceito de Internet das Coisas. A produção de aço com sucata consome até 80% menos energia do que com minério virgem, além de emitir menos poluentes para a atmosfera

A Metso, empresa de tecnologia de ponta no processamento consciente e responsável de recursos naturais e com foco em serviços, está apostando no crescimento de sua área dedicada à indústria de reciclagem. A expectativa da empresa finlandesa é de crescimento de 15% no faturamento na área de serviços em 2017. E para isto, a empresa aposta na expansão de atendimento para toda a América do Sul bem como na oferta de soluções de automação e de recuperação de metais não ferrosos.

Para o desenvolvimento do mercado sul-americano a Metso seguirá oferecendo maquinários específicos para as necessidades do nicho, bem como serviços e soluções. “Atualmente temos uma presença muito forte no mercado brasileiro, mas ampliaremos nossa presença para aumentar nossas vendas em toda a América do Sul”, conta Karl Abude Scheidl, gerente de Vendas do Setor de Reciclagem para a América do Sul da Metso.

Como parte da estratégia de crescimento a Metso investe continuamente no desenvolvimento de novos produtos, recentemente a Metso lançou as novas prensas série-N, compactas e móveis, são ideais para pequenos e médios processamentos de metal em locais temporários. O segmento de reciclagem metálica da Metso é bastante tradicional, as marcas que compõem seu portfólio de produtos são conhecidas globalmente, tais como, Lindemann e Texas Shredder.

“A produção de aço com sucata é até 80% mais econômica em comparação ao minério virgem, além de emitir menos poluentes para a atmosfera, evitando o esgotamento de recursos e de aterros sanitários. O interessante é que a sucata pode ser reprocessada e fundida infinitas vezes sem perder a qualidade e sem a exploração de recursos naturais”, comenta. A empresa também trabalha no desenvolvimento de soluções para a recuperação de metais não ferrosos, uma demanda eminente da indústria de reciclagem metálica no Brasil. “Há muito o que se explorar em relação a recuperação de metais como alumínio, cobre, zinco, aço inox e latão, por exemplo”, destaca o executivo.

O setor de reciclagem da companhia oferece, ainda, soluções de digitalização para automatizar e monitorar as informações relacionadas às operações. Os chamados piloto-automáticos para operações de trituradores de sucata (shredders) podem trazer uma maior eficiência operacional para estes equipamentos, reduzindo custos de operação e manutenção.

Com soluções para o monitoramento remoto de prensas tesoura, o cliente recebe informações da operação, tais como disponibilidade do equipamento, produção horária e tipo de material processado, via celular ou computador. “Estas soluções são aderentes ao conceito de Internet das Coisas (IoT). Com as inovações que elas proporcionam é possível aumentar a taxa de eficiência e ter uma melhor visão das operações”, afirma Karl.

(Redação - Agência IN)