Moore Stephens aponta os erros e acertos na administração das empresas

Moore Stephens aponta os erros e acertos na administração das empresas Foto: Divulgação Moore Stephens aponta os erros e acertos na administração das empresas

Planejamento, organização e profissionalização são aspectos importantes para o sucesso e bom desempenho das organizações

A maioria dos empresários acredita que somente conhecer e executar as principais ferramentas de gestão é o suficiente para uma administração bem-sucedida, porém é preciso um conjunto de ações para que o futuro da empresa seja de sucesso.

Jung moorePara Luiz W. Jung, sócio da Moore Stephens Auditores e Consultores, a administração eficaz de um negócio exige do empresário, além de disciplina e constante acompanhamento, um planejamento prévio que responda algumas questões básicas como: Qual o propósito (a missão) da empresa? Existe mercado para o produto? De onde virão os recursos financeiros necessários (investimento e capital de giro)? Quais serão os custos (fixos e variáveis) e as despesas operacionais? Qual a melhor opção tributária? Entre outras.

Embora estes sejam questionamentos básicos que devem ser feitos antes de iniciar qualquer negócio, muitos empreendedores os ignoram e tocam o projeto sem refletir e basear a empresa em estruturas sólidas. De acordo com o relatório do SEBRAE sobre a “Sobrevivência das Empresas no Brasil”, em torno de 25% das empresas fecham suas portas antes de completar o segundo ano de vida.

“Não ter um plano de negócio condena muitas empresas. Nesta fase, é de extrema importância que o empreendedor descreva o ramo, o produto, o posicionamento de mercado e o público-alvo que pretende atingir, e a partir disso, é que as ações devem ser tomadas”, afirma Luiz W. Jung da Moore Stephens.

Elaborar um planejamento força o empresário a analisar cuidadosamente as questões citadas acima, pois ele precisa avaliar o mercado, munindo-se de informações e se preparando para potenciais adversidades que poderá encontrar no decorrer de vida da empresa. Em suma, este é um passo fundamental para uma boa administração e que não deve ser negligenciado.

Segundo passo importante é a implantação e manutenção de controles administrativos e financeiros eficazes, através dos quais a empresa atuará sobre os elementos fundamentais para a gestão econômica e financeira, como faturamento, compras, estoques (inventários), fluxos de caixa, contas a pagar e a receber, orçamentos e pedidos, custos fixos e variáveis, entre outros.

Um erro bastante comum, que pode agravar os efeitos de uma má administração dos negócios é não valorizar ou mesmo acompanhar o serviço prestado pelos profissionais contábeis, seja ele terceirizado ou próprio. É imprescindível que o empresário entenda e acompanhe os relatórios contábeis e, utilize os serviços como ferramenta de suporte para tomada de decisão.

Outro fator que atrapalha o desenvolvimento saudável do negócio é tomar empréstimos sem planejamento e controle. “Tomar empréstimos sem avaliar os riscos é o primeiro passo para o descontrole financeiro. Geralmente, atitudes como esta decorrem de cenários de extrema necessidade financeira, porém, a falta de análise e planejamento, tanto da origem quanto da aplicação dos recursos tomados, pode contribuir para a piora da situação financeira no momento seguinte. Se o empresário tiver dificuldade para avaliar os impactos, sugere-se que consulte um especialista, que pode ser até mesmo o seu Contador”, comenta Luiz W. Jung.

Para a saúde da empresa, o empresário deve acompanhar e se adaptar às mudanças do mercado. É extremamente relevante que ele observe as novas tendências do negócio para o segmento em que atua. Sejam elas, tecnológicas, sociais ou ambientais.

Empreendedorismo e o sucesso
Para que o negócio próprio dê certo e não se torne um pesadelo é preciso lembrar que administrar uma empresa é uma tarefa complexa, que exige planejamento, profissionalização e organização. Busque informações sobre o assunto, converse com especialistas que podem ajudar e esteja sempre antenado com as mudanças, ressalta Luiz W. Jung, da Moore Stephens.

(Redação - Agência IN)