Brasileiros geram mais resíduos, apesar da crise

Contrariando as expectativas, a quantidade de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) descartados pela população continua a aumentar no Brasil, tanto em termos absolutos, como individualmente, apesar do impacto da crise econômica sobre o consumo. Este é o cenário apontado pela ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), na nova edição do Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil, principal radiografia sobre a gestão de resíduos no País, que está sendo lançado hoje (04/10), na semana de comemoração de 40 anos da entidade.



Crise faz Brasil atingir o maior percentual de empreendedorismo em 14 anos

Diante da dificuldade econômica que o país enfrenta muitos brasileiros resolveram empreender. Alguns largaram o emprego com carteira assinada, outros fizeram do próprio negócio uma saída para complementar à renda. A quantidade de pessoas entre 18 e 64 anos de idade que estão empreendendo atingiu 39,3% da população em 2015, um aumento de 4,9 pontos percentuais em relação ao ano anterior, segundo o relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

Mudando de vida em plena crise

Nos últimos dois anos, a taxa de desemprego tem apresentado um significativo aumento no Brasil. Hoje já temos 10,3 milhões de trabalhadores fora do mercado de trabalho, sofrendo com a insegurança e instabilidade do país que se encontra imerso a uma crise econômica. Porém, muitos destes brasileiros vem apostando no empreendedorismo como forma de recomeçar a vida profissional e superar a situação de vulnerabilidade que o desemprego proporciona.


Crise provoca queda de 4% no número de empregadores no Rio de Janeiro

A crise econômica brasileira não aumentou apenas o desemprego no estado do Rio de Janeiro, mas também fez cair o número de empregadores em cerca de 4% em 2015, principalmente os de menor qualificação. A informação faz parte da pesquisa divulgada hoje (21) pelo Instituto de Estudos sobre Trabalho e Sociedade (IETS), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RJ).

Crise aumenta o número de empreendedores no Brasil

Mesmo com o cenário atual, a crise política, a insatisfação brasileira e a alta taxa de desemprego, o brasileiro está mais disposto a arriscar e criar o próprio negócio. Um em cada seis brasileiros em idade produtiva é empreendedor, um dos mais altos índices do mundo, na frente de países como Estados Unidos, Argentina, entre outros.

 

Criatividade e inovação à prova de crise

O ano de 2016 é marcante para o país. Crise, impeachment e agora expectativa em relação ao novo governo. Situações como essas mostram a importância das empresas estarem preparadas para lidar com as crises. “Essa não será a primeira nem a última que o Brasil vai enfrentar. O essencial é ser criativo e estar forte o suficiente para encarar e superar esses desafios. Mais que isso, é de suma importância estar aberto a ajustes. Ajustes de processos, ajustes de pessoas, ajustes de produtos, ajustes, até mesmo, do próprio negócio como um todo”, destaca a Master Coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini. A Censi Sistemas Hidrossanitários pode ser um exemplo de como fazer isso. O diretor presidente da corporação, Paulo Censi, lembra que já superou momentos difíceis. Nos anos 1980, a construção civil passava por uma crise. Cansado da instabilidade, mudou todos os seus conceitos e planejou uma forma diferente de trabalho. “Abandonei as grandes instalações e me dediquei a realizar apenas consertos. Fazia parte do meu planejamento, prestar um atendimento diferenciado em domicílio, ou seja, encantar o cliente com um trabalho nunca realizado na área”, conta.

Planejamento é fundamental para enfrentar crise

Há muito tempo o brasileiro não enfrentava uma crise econômica tão duradoura e com efeitos cruéis: desemprego e alta no custo de vida. A situação foi agravada por uma crise também política e uma das medidas anunciadas pelo governo em exercício é aumentar a carga tributária, o que deve onerar ainda mais a população.

Crise afeta comércio eletrônico no país, mas desempenho ainda segue positivo

O comércio eletrônico não escapou da crise político-econômica no primeiro semestre deste ano segundo o último relatório Webshoppers, da E-bit. O setor faturou R$ 19,6 bilhões e teve crescimento nominal de 5,2% sobre o mesmo período de 2015. “Apesar de estar abaixo dos resultados de anos anteriores, o desempenho do setor ainda segue positivo, se compararmos com outras atividades da economia”, diz Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Vamos fechar o ano com crescimento de 8%”.

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