Balança comercial registra em março 1º superávit mensal

A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 458 milhões em março. É o primeiro saldo positivo mensal este ano. Com isso, o saldo acumulado pela balança em 2015 está negativo em US$ 5,557 bilhões. No mesmo período do ano passado, o déficit alcançou US$ 6,078 bilhões. O saldo positivo de março corresponde a US$ 16,979 bilhões em exportações e US$ 16,521 bilhões em importações.

 

Exportações somam US$ 3,624 bilhões na segunda semana de março

Entre os dias 9 e 15 de março de 2015, segunda semana do mês, as empresas brasileiras exportaram US$ 3,624 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A média diária das exportações chegou a US$ 724,8 milhões, o que representou uma redução de 7,8% em relação à semana anterior. Nessa comparação, houve diminuição das vendas de manufaturados (-13,5%) – principalmente tubos de ferro fundido, laminados planos, automóveis e partes, suco de laranja e veículos de carga – e de produtos básicos (-11,2%) – por conta de soja em grão, minério de ferro, carne de frango e bovina, e farelo de soja. Já as vendas externas de produtos semimanufaturados apresentaram crescimento de 12,8%, motivado, principalmente, pelos embarques de celulose, ouro em forma semimanufaturada, ferro fundido e óleo de soja em bruto.
 

Plano de exportações pode reverter déficit da balança comercial

Para reverter o déficit da balança comercial brasileira, que acumulou no primeiro bimestre deste ano US$ 6,01 bilhões, a estratégia que o governo pretende adotar é o Plano Nacional de Exportações, ao qual se soma uma ação mobilizadora do setor exportador, disse hoje (2), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

Balança comercial acumula déficit de US$ 1,78 bilhão em fevereiro

O país importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O valor foi divulgado há pouco pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Somente na segunda e na terceira semana do mês, o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior.

 

Balança comercial tem déficit de US$ 25 mi em fevereiro

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – iniciou fevereiro com déficit de US$ 25 milhões, divulgou há pouco o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Na semana passada, o país exportou US$ 3,678 bilhões e importou US$ 3,703 bilhões.

Balança comercial registra déficit de 21,9% em janeiro

O país começou o ano importando mais do que exportando. Segundo números divulgados há pouco pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – teve déficit de US$ 3,174 bilhões em janeiro.

Produtos gráficos tiveram déficit de US$ 204,2 mi

Em 2014, de acordo com informações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou US$ 289,61 milhões e importou US$ 493,82 milhões em produtos gráficos, com déficit de US$ 204,2 milhões – 24% menos do que o registrado em 2013, quando o saldo fechou em US$ 269,62 milhões negativos. A melhora relativa da performance deveu-se a um aumento de 3,8% nas exportações e queda de 10% nas importações. Este foi o oitavo resultado negativo do setor.

Brasil exportou US$ 3,042 bilhões na quarta semana de janeiro

A quarta semana de janeiro, com cinco dias úteis (19 a 25), tiveram exportações de US$ 3,042 bilhões, com média diária de US$ 608,4 milhões, que está 10,9% abaixo da média de US$ 683,2 milhões, acumulada até a terceira semana do mês, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Neste comparativo, houve queda na exportação de produtos básicos (-31%), por conta de recuos, principalmente, de petróleo em bruto, milho em grão, farelo de soja, carne de frango e carne bovina. Também caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-16,5%), com declínio em açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido, e ouro em formas semimanufaturadas. Já as vendas de bens manufaturados tiveram crescimento de 22,1%, com acréscimos em óxidos e hidróxidos de alumínio, tubos de ferro fundido, autopeças, suco de laranja congelado e não congelado, motores para veículos e partes, aviões, máquinas e aparelhos para terraplanagem, medicamentos, e tubos flexíveis de ferro ou aço.  

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