AGRONEGÓCIO: Área com arroz deve se reduzir em 2019

O ano de 2018 não foi nada favorável para a cadeia produtiva de arroz. Os preços médios do ano passado ficaram menores que os de 2017, devido à dificuldade de elevação no consumo e, consequentemente, de beneficiamento de casca. No campo, dados do Cepea apontam que produtores até conseguiram arcar com os custos operacionais, mais ao se computar os custos totais, a receita não era suficiente para pagamentos de todos os valores econômicos envolvidos.

AGRONEGÓCIO: 2018 registra consumo enfraquecido de arroz

A cadeia produtiva de arroz voltou a sentir a pressão sobre os valores em 2018, resultado especialmente das dificuldades de alavancar o consumo interno. De acordo com dados do Cepea, os preços em queda no primeiro semestre, devido ao período de colheita e à maior negociação do cereal, pressionaram a média anual, que fechou em R$ 39,79/sc de 50 kg (Indicador do arroz em casca ESALQ/Senar-RS), em termos nominais, baixa de 2% frente à média de 2017 (R$ 40,60/sc de 50 kg). As baixas foram mais expressivas no primeiro trimestre do ano, diante da expectativa da maior disponibilidade da safra 2017/18. Fonte: Cepea.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Indicador do arroz sobe após seis semanas em baixa

Após seis semanas em queda, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros subiu 1,46% entre 20 a 27 de fevereiro, fechando a R$ 35,24/sc de 50 kg na terça-feira, 27. Isso porque, apesar do avanço da colheita da safra 2017/18, ainda há pouca disponibilidade de arroz no mercado, visto que o produto da temporada 2016/17 está com poucos orizicultores. 

Indicador do arroz registra queda

O ritmo de comercialização do arroz em casca está lento no Rio Grande do Sul. Conforme colaboradores do Cepea, boa parte das indústrias e dos produtores demonstra baixo interesse em negociar novos lotes. 

Ministério da Agricultura fará leilões de PEP e Pepro para arroz

Após reunião com entidades do setor orizícola gaúcho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou a realização de leilões de PEP (Prêmio para o Escoamento) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural) para arroz. Por orientação do ministro Blairo Maggi, os leilões foram autorizados em portaria publicada no Diário Oficial da União em 29 de dezembro e está previsto um valor aproximado de R$ 100 milhões para as operações, o que equivale a 1 milhão /1,3 milhão de toneladas de arroz. No primeiro leilão, será ofertado entre 250 mil toneladas e 500 mil toneladas. Os próximos leilões serão feitos de acordo com a demanda do mercado.

Baixo interesse comprador pressiona cotações do arroz

O preço do arroz em casca segue em queda no Rio Grande do Sul, refletindo o baixo interesse da indústria por novas aquisições, principalmente de arroz “livre” (depositado nas propriedades rurais). A demanda reduzida por parte das processadoras, por sua vez, está atrelada à lentidão das vendas do produto beneficiado aos grandes centros consumidores e à concorrência com o arroz importado.

Arroz em casca no Rio Grande do Sul tem se desvalorizado

Com as intenções de venda maiores que o interesse de compra, o arroz em casca no Rio Grande do Sul tem se desvalorizado. Indústrias demonstram baixo interesse por novas aquisições, dando preferência para o arroz depositado em seus armazéns. 

Com baixa liquidez, preço do arroz registra leve queda

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresentou baixa liquidez neste início de ano, devido ao pouco interesse de compradores em efetivar novos negócios. Parte da indústria deu preferência para o arroz depositado nos próprios armazéns, enquanto outras trabalham com o estoque já adquirido.

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