Transações correntes apresentaram superávit de US$2,9 bi

Transações correntes apresentaram superávit de US$2,9 bi (Foto: Divulgação) Transações correntes apresentaram superávit de US$2,9 bi

No mês, as transações correntes apresentaram superávit de US$2,9 bilhões, novamente influenciado por saldo comercial recorde. As transações correntes registraram déficit de US$18,1 bilhões, equivalente a 0,96% do PIB, nos doze meses encerrados em maio. Na conta financeira, os ingressos líquidos de investimentos diretos no país somaram US$2,9 bilhões no mês, acumulando US$80,7 bilhões nos últimos doze meses, ou 4,28% do PIB.

A conta de serviços registrou déficit de US$2,5 bilhões em maio, estável em relação ao mesmo mês do ano anterior. As despesas líquidas com viagens internacionais totalizaram US$1,1 bilhão, aumento de 58,7% comparadas àquelas observadas em maio de 2016, resultado de elevação de 34,5% nos gastos em viagens ao exterior, e recuo de 3,4% nas receitas auferidas em viagens ao país. A conta de aluguel de equipamentos apresentou déficit de US$1,3 bilhão em maio, redução de 20,1% comparativamente ao mesmo mês do ano anterior.

As despesas líquidas de renda primária atingiram US$2,3 bilhões no mês, redução de 19,6% com relação a maio de 2016. As despesas líquidas com juros alcançaram US$911 milhões, 19,6% abaixo do ocorrido no mesmo mês do ano anterior. As remessas líquidas de lucros e dividendos totalizaram US$1,4 bilhão no mês, diminuição de 19,1% quando comparadas às observadas em maio de 2016.

No mês, a conta de renda secundária registrou ingressos líquidos de US$203 milhões, recuo de 25,5% em relação a maio do ano anterior. As receitas brutas em transferências pessoais totalizaram US$215 milhões, aumento de 5,7% na comparação com maio de 2016.

Os fluxos líquidos de investimentos diretos no exterior atingiram US$66 milhões no mês, e US$841 milhões no período de janeiro a maio, ante US$6,0 bilhões ocorridos nos cinco meses iniciais de 2016.
Os investimentos diretos no país totalizaram ingressos líquidos de US$2,9 bilhões no mês (ingressos de US$2,9 bilhões em participação no capital e amortizações de US$21 milhões em operações intercompanhia), e US$32,5 bilhões nos cinco primeiros meses de 2016, 8,5% acima do ocorrido entre janeiro e maio de 2017.

Os passivos de investimento em carteira registraram saídas líquidas de US$1,5 bilhão no mês. As saídas líquidas em títulos de renda fixa negociados no mercado doméstico somaram US$3,2 bilhões, enquanto os títulos negociados no mercado externo proporcionaram ingressos líquidos de US$932 milhões. Os ingressos líquidos de investimentos em ações e fundos de investimento atingiram US$802 milhões.

As aplicações líquidas de outros investimentos ativos totalizaram US$4,9 bilhões em maio, destacando-se as concessões líquidas de US$2,8 bilhões em créditos comerciais e adiantamentos e a constituição líquida de depósitos no exterior, US$2,2 bilhões.

Os passivos de outros investimentos totalizaram ingressos líquidos de US$998 milhões em maio, incluindo ingresso líquido de US$1,9 bilhão em créditos comerciais e adiantamentos, e saídas líquidas de US$587 milhões em empréstimos.

(Redação – Agência IN)