Terceira semana de agosto tem superávit de US$ 1,3 bilhão

Terceira semana de agosto tem superávit de US$ 1,3 bilhão (Foto: Divulgação) Terceira semana de agosto tem superávit de US$ 1,3 bilhão

Na terceira semana de agosto, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,332 bilhão, por conta de exportações de US$ 4,117 bilhões e importações de US$ 2,785 bilhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No mês, as exportações somam US$ 11,050 bilhões e as importações, US$ 8,502 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,548 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 137,521 bilhões e as importações, US$ 92,463 bilhões, com saldo positivo de US$ 45,058 bilhões.

Já a média das exportações da terceira semana chegou a US$ 823,4 milhões, 6,9% acima da média de US$ 770,3 milhões até a segunda semana, em razão do crescimento das exportações de produtos manufaturados (16,1%) por conta, principalmente, de automóveis de passageiros, aviões, óleos combustíveis, açúcar refinado e gasolina) e de produtos básicos (4,1%) em consequência da elevação dos embarques de petróleo em bruto, milho em grãos, farelo de soja, café em grãos e bovinos vivos. Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-10,8%), por causa da queda nas vendas externas de ouro em formas semimanufaturadas, óleo de soja em bruto, ferro fundido, açúcar em bruto, couros e peles.

Nas importações, houve retração de 12,3%, sobre igual período comparativo (média da terceira semana, de US$ 557 milhões sobre média até a segunda semana, de US$ 635,2 milhões), explicada, principalmente, pela diminuição nos gastos com adubos e fertilizantes, equipamentos eletroeletrônicos, siderúrgicos, químicos orgânicos e inorgânicos, equipamentos mecânicos, plásticos e obras.

Nas exportações, comparadas as médias até a terceira semana de agosto de 2017 (US$ 789,3 milhões) com a média de agosto de 2016 (US$ 738,5 milhões), houve crescimento de 6,9%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (10,1%), por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, carnes bovina, suína e de frango, minério de cobre e minério de ferro; manufaturados (5,4%), em consequência de automóveis de passageiros, laminados planos de ferro e aço, suco de laranja não congelado, óxidos e hidróxidos de alumínio; e semimanufaturados (3%), em razão de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro-ligas, madeira serrada ou fendida e zinco em bruto. Em relação a julho deste ano, houve retração de 11,7%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-13,7%), básicos (-13,2%) e semimanufaturados (-2,7%).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de agosto de 2017, ficou 8,7% acima da média de agosto de 2016 (US$ 558,6 milhões). Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (51,7%), siderúrgicos (41,5%), adubos e fertilizantes (38,5%), combustíveis e lubrificantes (36,5%) e borracha e obras (24,5%). Em relação a julho de 2017, houve crescimento de 2,3%, pelo aumento dos embarques de aeronaves e peças (69,3%), cereais e produtos da indústria de moagem (34,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (12,8%), adubos e fertilizantes (11,4%) e veículos automóveis e partes (+8,7%).

(Redação – Agência IN)