Taxa de juros 2017 apresentam variação negativa

Taxa de juros 2017 apresentam variação negativa (Foto: Divulgação) Taxa de juros 2017 apresentam variação negativa

A pesquisa de taxa de juros do empréstimo pessoal e cheque especial realizada pela Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo, revela que durante o ano as taxas médias das duas modalidades apresentaram sucessivas quedas, reflexo do comportamento da taxa Selic. 

Cheque especial – o ano de 2017 iniciou com uma taxa média de 13,60% e finalizou com uma taxa de 13,41% ao mês, registrando variação negativa de 1,40%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de cheque especial foi o Santander, com 15,24% a.m.; a menor taxa média anual foi a do Safra, com 12,60% a.m.; uma diferença de 2,64 pontos percentuais, que representa uma variação de 20,95%. 

Já na comparação com o ano de 2016, o levantamento indica que na taxa média do cheque especial houve um acréscimo de 0,16 ponto percentual – a taxa média do cheque especial em 2017 foi de 13,47% ao mês e a de 2016, de 13,31% ao mês.

No empréstimo pessoal, 2017 iniciou com uma taxa média de 6,51% e finalizou com uma taxa de 6,41% ao mês, registrando variação negativa de 1,54%. O banco que apresentou a maior taxa média anual de empréstimo pessoal foi o Santander, com 8,01% a.m.; a menor taxa média anual foi a da Caixa Econômica Federal, com 5,74% a.m.; uma diferença de 2,27 pontos percentuais, que representa uma variação de 39,55%

De acordo com análise comparativa das taxas de 2017, observou-se que a taxa média do empréstimo pessoal em 2017 foi de 6,39% ao mês, indicando um decréscimo de 0,19 ponto percentual em relação à taxa média de 2016, que era de 6,58% ao mês.

O levantamento anual envolveu seis instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander.

O consumidor que tem dívidas de médio e longo prazo, como financiamentos de carro ou casa, pode buscar a reparação nos contratos, que foram firmados sobre juros maiores. O cenário econômico atual propicia fazer a portabilidade de dívidas. 

Cabe ao consumidor que necessita de crédito, fazer uma criteriosa avaliação das taxas oferecidas pelas instituições financeiras. Para tanto, é importante pesquisar e comparar diversas modalidades de crédito e sempre ler atentamente o contrato, para evitar futuras surpresas.

(Redação – Investimentos e Notícias)