Negociações de títulos privados no mercado secundário avançam

As operações com títulos privados no mercado secundário avançaram nos dez primeiros dias úteis de junho, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Na comparação ao mesmo período de maio, o volume de negócios com CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) cresceu 85%, de R$ 265 milhões para R$ 491 milhões, com alta de 6% no número de transações. Entre os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), o volume financeiro teve aumento de 5% (de R$ 589,3 milhões para R$ 616,3 milhões) e o número de operações saltou 9%. Quanto às debêntures, o volume financeiro foi ampliado em 14% (de R$ 3,1 bilhões para R$ 3,5 bilhões).

 

Títulos de renda fixa de longo prazo têm os maiores ganhos em 2018

Os títulos públicos de longo prazo proporcionaram aos investidores as melhores rentabilidades de 2018. De acordo com o Boletim de Renda Fixa da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os indicadores do IMA (Índice de Mercado ANBIMA) que refletem títulos com vencimentos maiores se destacaram no ano: é o caso do IMA-B5+, que acompanha carteiras de NTN-Bs com vencimentos acima de cinco anos, que teve retorno de 15,4%; e do IRF-M1+, que indica a variação dos títulos prefixados com prazos acima de um ano, com 12,3%. O IMA Geral, que reproduz a variação média dos papéis públicos em mercado, acumulou em 2018 retorno de 10%, contra 12,8% em 2017.

 

Maioria do STF mantém cancelamento de títulos sem biometria

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (26) rejeitar pedido de liminar feito pelo PSB para evitar o cancelamento dos títulos de eleitores que não realizaram o cadastramento por biometria nas localidades que foram escolhidas pela Justiça Eleitoral.

Nova queda no PIB reforça indicação para títulos e fundos de renda fixa

O recuo de 0,6% do PIB do segundo trimestre em relação aos três meses anteriores contrariou as expectativas do mercado, que previa índice de 0,5%. O anúncio do IBGE hoje reforçou o quadro de instabilidade que persiste na economia e levou os analistas a revisarem as perspectivas do resultado para 2016. Segundo o economista da Órama Alexandre Espirito Santo, o resultado é decepcionante, já que são seis trimestres consecutivos de queda no indicador. O resultado do agronegócio desapontou os analistas (-2%), bem como dos serviços (-0,8%).

Nova queda no PIB reforça indicação para títulos e fundos de renda fixa

O recuo de 0,6% do PIB do segundo trimestre em relação aos três meses anteriores contrariou as expectativas do mercado, que previa índice de 0,5%. O anúncio do IBGE hoje reforçou o quadro de instabilidade que persiste na economia e levou os analistas a revisarem as perspectivas do resultado para 2016. Segundo o economista da Órama Alexandre Espirito Santo, o resultado é decepcionante, já que são seis trimestres consecutivos de queda no indicador. O resultado do agronegócio desapontou os analistas (-2%), bem como dos serviços (-0,8%).

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