Setor de serviços tem queda de 0,8% em julho, mostra IBGE

Em julho, o setor de serviços recuou 0,8% frente a junho (na série com ajuste sazonal), após ter crescido 1,3% em junho e 0,3% em maio, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na série sem ajuste sazonal, em relação a julho de 2017, o setor de Serviços teve queda de 3,2%, depois de recuar em junho (-3,0%) e maio (-1,9%). A taxa acumulada no ano está em -4,0% e a dos 12 meses, em -4,6%.

PMI de serviços do Brasil marca 49 pontos em agosto

O setor brasileiro de serviços se aproximou mais ainda de uma estabilização em agosto, com o segundo aumento mensal consecutivo de novos trabalhos contribuindo para uma queda mais fraca no volume de produção, que foi apenas ligeira, no geral. Parte da recuperação nas cargas de trabalho foi sustentada por preços mais baixos cobrados pelas empresas, com as firmas oferecendo descontos apesar de um aumento na inflação de custo de insumos. Houve evidências de capacidade ociosa, já que os pedidos em atraso diminuíram acentuadamente apesar de outra rodada de cortes de empregos. Analisando as expectativas para o futuro, os entrevistados esperam um nível mais elevado de atividade nos próximos doze meses. Além disso, o nível de otimismo foi o mais forte desde setembro de 2016.

PMI de serviços do Reino Unido recua a 53,2 pontos

O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços do Reino Unido recuou para 53,2 pontos em agosto deste ano, abaixo dos 53,8 pontos do mês anterior, segundo informações divulgadas hoje pelo instituto Markit Economics. O resultado veio abaixo da previsão do mercado (53,5).

(Michele Rios - Agência IN)

PMI de serviços na Alemanha atinge os 53,5 pontos em agosto

O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da Alemanha ficou nos 53,5 pontos em agosto deste ano, uma alta em relação aos 53,4 pontos apresentados no mês anterior, segundo informações divulgadas hoje pelo Instituto Markit Economics. O resultado veio acima do esperado pelo mercado (53,4).

(Michele Rios - Agência IN)

Faturamento do setor de serviços paulistano cresce 5,2%

Em julho, o faturamento real do setor de serviços na cidade de São Paulo cresceu pelo sétimo mês consecutivo, em relação ao mesmo mês de 2016. Com receitas de R$ 23,8 bilhões, o aumento foi de 5,2%, aproximadamente R$ 1,2 bilhão a mais do que em julho do ano passado. No acumulado do ano, o faturamento real cresceu 3,5%, atingindo R$ 162 bilhões. Nos últimos 12 meses, houve um ligeiro aumento, de 0,7%, o primeiro resultado positivo após 21 quedas consecutivas e a estabilidade registrada em junho, consolidandoo ciclo de recuperação das vendas do setor, iniciado em setembro do ano passado.

Confiança de Serviços avançou 0,3 ponto em agosto

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas avançou 0,3 ponto em agosto, para 83,2 pontos. Após a segunda alta consecutiva, o índice recuperou apenas metade da perda de 2,8 pontos observada em junho.

PMI de serviços na Alemanha deve subir a 53,4 pontos

O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da Alemanha deve marcar 53,4 pontos em agosto deste ano, uma alta em relação aos 53,1 pontos apresentados no mês anterior, segundo informações prévias divulgadas hoje pelo Instituto Markit Economics. O resultado veio acima do esperado pelo mercado (53,3).

(Michele Rios - Agência IN)

Setor de serviços paulista cria 42.981 empregos formais no 1S17

Depois de quatro meses de saldo positivo no mercado de trabalho formal, o setor de serviços do Estado de São Paulo voltou a apontar retração na movimentação da mão de obra celetista. Em junho, foram perdidos 2.468 trabalhadores formais, resultado de 169.922 admissões contra 172.390 desligamentos. Em contrapartida, no acumulado do primeiro semestre do ano, foram criados 42.981 postos de trabalho, o que demonstra recuperação do setor após o pior primeiro semestre desde 2007, quando foram perdidos 33.126 empregos em 2016. No somatório dos últimos 12 meses, porém, foram perdidos 54.404 postos de trabalho - segunda vez consecutiva que se registra saldo negativo para o mesmo período. Com isso, o estoque ativo atingiu 7.337.097 de trabalhadores em junho, queda de 07% na comparação com o mesmo de 2016.

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