Setor de serviços varia -0,3% em setembro

Em setembro, o setor de serviços manteve-se praticamente estável em relação a agosto (série com ajuste sazonal), com um ligeiro recuo de 0,3% no volume de serviços prestados, após recuos de 1,0% em agosto e 0,8% em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com setembro de 2016 (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços prestados teve queda de 3,2%, mantendo a sequência de taxas negativas, desde abril de 2015. Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -3,7% e, em 12 meses, -4,3%.

Setor de serviços paulista gera 437 empregos em setembro

Pelo terceiro mês consecutivo o saldo do mercado de trabalho no setor de serviços do Estado de São Paulo permaneceu positivo, com a criação de 437 empregos formais, resultado de 164.186 admissões contra 163.749 desligamentos, o melhor resultado para o mês de setembro desde 2014. Na comparação com o mesmo mês de 2016, houve expressiva melhora, já que, na ocasião, foram eliminados 2.410 postos de trabalho no setor. No acumulado do ano, foram criadas 61.553 novas vagas, frente ao fechamento de 42.720 vínculos celetistas no mesmo período do ano passado. Por outro lado, de outubro de 2016 a setembro de 2017, 26.238 postos de trabalho foram fechados. Com isso, o setor de serviços encerrou o nono mês do ano com um estoque total de 7.335.669 trabalhadores formais, montante 0,4% inferior ao contraponto anual.

CSU amplia lucro líquido em 45%, alcançando R$ 10,7 milhões no 3T17

A CSU, empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, ampliou seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2017 (3T17) em 44,6%, passando de R$ 7,4 milhões para R$ 10,7 milhões, na comparação com o mesmo período de 2016 (3T16). O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 26,2 milhões no 3T17, valor 21,7% maior que o registrado no 3T16.

Faturamento do setor de serviços paulistano cresce 7,6% em setembro

Pelo nono mês consecutivo, o faturamento real do setor de serviços na cidade de São Paulo apresentou alta em relação ao mesmo mês de 2016. Com receitas de R$ 24 bilhões, o aumento foi de 7,6%, R$ 1,7 bilhão a mais do que em setembro do ano passado. É a maior cifra registrada em um mês de setembro pelo setor de serviços paulistano desde 2010. No acumulado do ano, o faturamento real cresceu 4,7%, atingindo R$ 210,2 bilhões. Nos últimos 12 meses, houve aumento, de 2,8%, terceiro resultado positivo após a ligeira alta de julho (0,7%), interrompendo definitivamente as 22 quedas consecutivas anteriores.

Atividade de negócios no setor de serviços recua

O setor brasileiro de serviços voltou a contrair-se em outubro, com as empresas relatando níveis mais baixos de atividade de negócios e de novos trabalhos após expansões no período da pesquisa anterior. O ambiente contido de demanda levou a outro declínio mensal no número de funcionários, com uma queda adicional nos pedidos em atraso destacando a capacidade ociosa persistente entre as empresas. Os preços de insumos continuaram a crescer acentuadamente, ao mesmo tempo em que os preços cobrados foram reduzidos em sintonia com tentativas de impulsionar as vendas. Ao mesmo tempo, as questões políticas persistentes pressionaram a confiança, com o grau de otimismo atingindo um recorde de baixa de três meses e registrando bem abaixo da média para as séries.

PMI de serviços na Alemanha marca 54,7 pontos em outubro

O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da Alemanha ficou nos 54,7 pontos em outubro deste ano, uma queda em relação aos 55,2 pontos apresentados no mês anterior, segundo informações divulgadas hoje pelo Instituto Markit Economics. O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado (55,2).

(Michele Rios - Agência IN)

Setor de serviços paulista abre quase 2 mil novas vagas de emprego

Em agosto, o saldo do mercado de trabalho no setor de serviços do Estado de São Paulo permaneceu positivo, com a criação de 11.961 empregos formais, resultado de 190.391 admissões contra 178.430 desligamentos. Dos resultados apurados nos meses de agosto, observa-se que o dado de 2017 é o melhor desde 2014 e supera o saldo líquido do mesmo mês de 2016 em mais de 10 mil vagas. Por outro lado, entre os meses de janeiro a agosto de 2017, foram criados 61.116 novas vagas, o que demonstra recuperação do setor em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram perdidos 40.310 empregos. Nos últimos 12 meses, porém, foram eliminados 29.085 postos de trabalho - terceira vez consecutiva que se registrou saldo negativo para o mesmo período -, no entanto, em ritmo inferior ao observado em 2016, quando mais de 158 mil postos de trabalho foram fechados. Com isso, o estoque ativo atingiu 7.355.232 trabalhadores em agosto, queda de 0,4% na comparação com 2016.

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