Moody's eleva rating da JBS para BA3

A JBS S.A. comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que a agência de rating Moody’s elevou a classificação de B1 para Ba3, com perspectiva estável.

Agência Moody's rebaixa rating da JBS por “aumento de riscos”

A agência de classificação de risco Moody's rebaixou e colocou em revisão os ratings da empresa JBS. O grupo brasileiro, maior companhia de carne bovina do mundo, é um dos protagonistas da crise política no país desde a semana passada, quando vieram à tona os detalhes de delação premiada feita por seus fundadores, os irmãos Joesley e Wesley Batista.

 

Moody’s eleva nota da Petrobras e muda perspectiva para positiva

A agência de classificação de risco Moody’s elevou hoje (10) a nota de crédito da Petrobras de B2 para B1 e mudou a perspectiva para positiva, indicando que a nota pode subir de novo a qualquer momento. Apesar da revisão para cima, a estatal está quatro níveis abaixo do grau de investimento.

 

Moody's eleva nota da dívida soberana da Argentina

A agência de classificação financeira Moody's melhorou a nota da dívida soberana de Argentina de "Caa1" para "B3", ainda no nível especulativo, após a decisão da justiça dos Estados Unidos, que permitirá ao país voltar aos mercados e pagar os credores da dívida em moratória desde 2001.

 

Banco Cooperativo Sicredi é classificado nos ratings da Moody’s

A agência de classificação de risco de crédito Moody's atribuiu, pela primeira vez, ratings corporativos ao Banco Cooperativo Sicredi - tanto de longo quanto de curto prazos em escala nacional. Ao atribuir ratings ao Banco Cooperativo Sicredi, a Moody’s confirma a solidez financeira das entidades que integram o Sicredi em bases consolidadas, como se eles operassem como uma única entidade.

Moody's rebaixa nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco Moody's informou há pouco que rebaixou a nota de crédito brasileira de Baa2 para Baa3. A agência também mudou a perspectiva da nota de negativa para estável. Com a alteração na nota, o país mantém o grau de investimento, conferido a países considerados seguros para investir, mas fica a um degrau de ser rebaixado para o grau especulativo, referente a países com qualidade de crédito questionável.

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