Lucro líquido do BNDES atinge R$ 6,199 bilhões em 2015

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 6,199 bilhões em 2015. O principal fator positivo foi o aumento do resultado de intermediação financeira, que alcançou R$ 18,691 bilhões, valor 39,6% superior ao registrado em 2014. Outro indicador positivo foi a manutenção da inadimplência em nível muito baixo, de 0,06%, bem inferior à média do Sistema Financeiro Nacional, de 3,4%, refletindo a alta qualidade da carteira de crédito do banco.

Lucro líquido da Lufthansa avança em 2015

O gigante europeu de transporte aéreo Lufthansa registrou em 2015 um aumento importante de seu lucro líquido, graças, sobretudo, à queda do preço do petróleo e apesar das greves e do acidente de sua companhia Germanwings.

Lucro líquido da CSU chega a R$ 19 milhões em 2015

A CSU, empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou os resultados financeiros do quarto trimestre de 2015 (4T15). A Companhia apresentou expansão em todos os seus principais indicadores, como o lucro líquido que alcançou os R$ 19,0 milhões em 2015 e R$ 7,4 milhões no 4T15, representando um aumento de 69,0% em relação a 2014 e mais que o dobro na comparação entre os trimestres (4T14 e 4T15).

Lucro líquido do Grupo Liberty Seguros cresce 110% em 2015

O Grupo Liberty Seguros, unidade brasileira do Grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais do setor de seguros registrou lucro líquido de R$ 176 milhões em 2015, um crescimento de 110% em relação ao ano anterior. O Grupo movimentou R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2015 e o resultado antes dos impostos e participações foi de R$ 198 milhões. A companhia fechou o ano com mais de 1,4 milhão de clientes em carteira.

Lucro líquido do Banestes foi de R$ 150,86 milhões em 2015

No cenário doméstico, 2015 foi um ano de recessão, caracterizada pela taxa negativa de evolução do PIB, projetada acima de -3,5%. O quadro recessivo foi ainda marcado pela redução na demanda por crédito tanto das famílias quanto das empresas, pela elevada taxa de inflação que reduziu o poder de compra dos consumidores e ainda o aumento da taxa de desemprego. Este quadro geral resultou em baixo nível de confiança do empresariado, consumidores e agentes econômicos. As expectativas de mercado para 2016, apuradas no Boletim Focus, do Banco Central, indicam a continuidade de um cenário econômico marcado por queda na atividade produtiva e manutenção de deterioração do mercado de trabalho e sinais ainda incipientes de estabilização da confiança do mercado.

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