Corte da Selic favorece redução de juros para financiamento e crédito com garantia imobiliária

O Banco Central (BC) acaba de reduzir a taxa Selic de 6,50% ao ano para 6% a.a., corte de 0,5 ponto percentual, atingindo nova mínima histórica. De acordo com a Credihome, plataforma online de soluções de crédito para compradores e proprietários de imóveis, a decisão do BC foi acertada e favorece a queda dos juros praticados no Brasil, beneficiando os consumidores que buscam por modalidades de crédito como financiamento imobiliário e crédito com garantia imobiliária.

AES TIETÊ anuncia pagamento de juros

A AES TIETÊ anunciou que será realizado amanhã (24 de julho de 2019) o pagamento de R$ 47.362.811,46, sendo R$ 0,02407399362 por ação ordinária e preferencial, equivalente a R$ 0,12036996810 por cada unit de emissão da Companhia, que corresponde ao juros sobre o capital próprio complementar, relativo ao exercício social de 31 de dezembro de 2018, aprovado em Reunião do Conselho de Administração realizada em 06 de dezembro de 2018, conforme Aviso aos Acionistas publicado na mesma data.

CTEEP anuncia pagamento de juros

A CTEEP – Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista anunciou aos detentores das debêntures referentes à 4ª Emissão de Debêntures Simples, não conversíveis em ações, em série única, da espécie quirografária que, em 15 de Julho de 2019, pagará juros no valor de R$ 65,99391133 por debênture.

(Redação – Investimentos e Notícias)

BC se mostra com suporte à moeda nacional, diz FecomercioSP

Após a manutenção da taxa Selic em 6,5%, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) afirma que o Banco Central tem se mostrado um órgão de suporte à moeda nacional, independente do governo federal, e aprova a decisão de manter o contexto geral das dinâmicas política e econômica do País.

 

Taxa Selic poderia ter sido reduzida, diz Firjan

A economia brasileira segue com elevada ociosidade nos fatores de produção e, com isso, a atividade econômica segue abaixo do seu potencial, sem pressionar a inflação e suas expectativas. Nesse cenário, e diante das sucessivas reduções das expectativas de crescimento para o ano, a Firjan entende que havia espaço para o Copom reduzir a taxa básica de juros, estimulando a atividade econômica sem comprometer a meta de inflação.

 

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