Balança comercial tem superávit de US$ 1,575 bilhão em julho

A balança comercial brasileira apresentou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 1,575 bilhão em julho. O resultado deveu-se a US$ 23,025 bilhões em exportações e US$ 21,450 bilhões em importações. Com o saldo positivo, o déficit acumulado no ano caiu de US$ 1,9 bilhão para US$ 916 milhões. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Produção industrial recua em junho, revela IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta sexta-feira, 01, que em junho de 2014, a produção industrial nacional mostrou decréscimo de 1,4% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, quarto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 3,4%. 

Produção industrial cai em junho, aponta CNI

A produção industrial registrou queda em junho, ficando em 39,6 pontos, contra 48,4 pontos em maio deste ano e 46 pontos no mesmo mês de 2013. O patamar é o menor desde o início da medição do índice, em 2010. O dado está na Sondagem Industrial divulgada hoje (18) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Além do recuo na atividade, a pesquisa aponta redução no número de empregados e na utilização da capacidade instalada e elevação nos estoques. Para a CNI, houve influência da Copa do Mundo, mas outros fatores também contribuíram para as quedas. A CNI avalia que há aprofundamento de um quadro negativo.

Emprego industrial recua em maio, revela IBGE

Nesta sexta-feira, 11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que em maio de 2014, o total do pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou queda de 0,7% frente ao patamar do mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após variar -0,4% em abril. Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral apontou variação de -0,3% no trimestre encerrado em maio de 2014 frente ao patamar assinalado no mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em abril do ano passado. Na comparação com maio de 2013, o emprego industrial mostrou queda de 2,6% em maio de 2014, 32° resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e o mais intenso desde novembro de 2009 (-3,7%). No índice acumulado para os cinco primeiros meses de 2014, o total do pessoal ocupado na indústria assinalou recuo de 2,2. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos 12 meses, ao recuar 1,7% em maio de 2014, manteve a trajetória descendente iniciada em setembro do ano passado (-1,0%).

Produção industrial recua em 7 locais pesquisados em maio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou nesta quinta-feira, 10, que a redução no ritmo da produção industrial nacional entre abril e maio, na série com ajuste sazonal, foi acompanhada por sete dos quatorze locais pesquisados, com destaque para Amazonas (-9,7%), Bahia (-6,8%) e Região Nordeste (-4,5%). O Amazonas acumulou recuo de 11,1% em dois meses seguidos de queda, a Bahia eliminou a expansão de 5,0% acumulada entre fevereiro e abril e o Nordeste reverteu o avanço de 0,4% verificado no mês anterior. Rio de Janeiro (-1,6%), Espírito Santo (-1,4%) e Rio Grande do Sul (-1,0%) também tiveram recuos mais intensos que a média nacional (-0,6%), enquanto Pernambuco (-0,2%) mostrou queda mais moderada. Por outro lado, Pará (4,2%) e Goiás (2,1%) assinalaram as maiores expansões em maio e avançaram pelo quarto mês seguido. Com isso, o Pará acumulou ganho de 12,4% e Goiás cresceu 10,2%. Ceará (1,2%), Paraná (1,1%), São Paulo (1,0%), Minas Gerais (0,5%) e Santa Catarina (0,3%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas no mês.

Utilização da capacidade instalada recua em maio

As horas trabalhadas na produção caíram 0,4%, o emprego recuou 0,3% e a massa real de salários na indústria diminuiu 0,9% em maio na comparação com abril na série livre de influências sazonais. O rendimento real do trabalhador e o nível de utilização da capacidade instalada também diminuíram, o que confirma a retração da atividade na indústria. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta quinta-feira (3), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Produção industrial recua em maio, revela IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou nesta quarta-feira, 02, que em maio, a produção industrial recuou 0,6% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, terceira taxa negativa seguida nesse tipo de confronto, acumulando nesse período perda de 1,6%. 

Custo médio da energia para a indústria sobe, afirma FIRJAN

Depois de cinco novos reajustes autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o custo médio da energia elétrica para a indústria brasileira passou de R$ 310,67 por MWh para R$ 313,16, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Sistema FIRJAN). Com o aumento de 0,8%, o país continua ocupando a 11ª posição mais cara no ranking internacional que contempla 28 países. O topo do ranking é ocupado pela Índia, com custo de R$ 596,96 por MWh.

Assinar este feed RSS