Índice de evolução da produção atingiu 44,4 pontos

A Sondagem Industrial de fevereiro de 2017 revela que a indústria ainda passa por dificuldades. Tanto a produção industrial como o emprego continuaram a apresentar queda. A utilização da capacidade instalada permaneceu inalterada em 63%. Por outro lado, as perspectivas quanto aos próximos meses sugerem otimismo. 

Confiança do empresário da indústria indica melhora

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que começou o ano de 2017 acima dos 50 pontos, registrou uma alta em Fevereiro, atingindo 53,1, o que sugere expectativas de melhora da categoria para os próximos seis. Os dados são do boletim da Indústria do CEPER/FUNDACE.

Indústria cai em cinco dos 14 locais pesquisados

A redução no ritmo da produção industrial nacional na passagem de dezembro de 2016 para janeiro de 2017, série com ajuste sazonal, foi acompanhada por cinco dos 14 locais pesquisados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Intenção de investimento da indústria cresce no 1T17

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas subiu 6,9 pontos no primeiro trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, atingindo 100,0 pontos, o maior nível desde o primeiro trimestre de 2015 (100,8). Após quatro altas consecutivas, o índice alcança a zona de neutralidade entre pessimismo e otimismo.

Produção industrial varia -0,1% em janeiro

Em janeiro de 2017, na série livre de influências sazonais, a produção industrial nacional mostrou variação negativa de 0,1% frente ao mês imediatamente anterior, após acumular expansão de 2,9% nos dois últimos meses de 2016, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Faturamento da indústria cresce 0,7% em janeiro

O início de 2017 para a indústria de transformação foi marcado pela manutenção das dificuldades observadas em 2016. Todos os indicadores levantados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentaram queda na comparação entre os meses de janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Nessa base de comparação, o faturamento real recuou 6,9% e as horas trabalhadas 2,1%. Já o emprego e o rendimento médio sofreram quedas de 4,7% e 0,6%, respectivamente. Como consequência, a massa salarial também apresentou recuo de 5,4%.

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