Indústria de materiais tem avaliações divididas em junho

A ABRAMAT (Associação Brasileira das Indústrias dos Materiais de Construção) divulga nesta terça-feira nova edição de seu estudo do Termômetro. A pesquisa, feita entre associados para determinar o grau de otimismo e pretensões de investimento futuras, aponta para uma expectativa dividida para o desempenho em junho e regular para o sétimo mês do ano. Sendo conduzida no mês que seguiu a greve dos caminhoneiros, a pesquisa aponta para um mês de maio considerado ruim ou muito ruim para 70% das associadas, indicando influência do ocorrido nas vendas ao mercado interno. Outro ponto de destaque é que pela primeira vez desde seu lançamento, a parcela de entrevistados otimista com ações governamentais chegou a 0%.

Indicador de nível de atividade da indústria cai em maio

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista, medido pela Fiesp e pelo Ciesp, apresentou forte queda (10,2%) em maio em relação a abril, na série com ajuste sazonal. O expressivo recuo foi influenciado pela variável de vendas reais, que cedeu 16% no mês, seguida por horas trabalhadas na produção (-2,3%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), -1,8 p.p. Já na série sem ajuste, o indicador cedeu 1,1% no mês e 4,2% na comparação com maio do ano anterior. No acumulado do ano, ficou positivo em 3,6% em relação ao mesmo período de 2017. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29 de junho).

Paralisação dos transportes prejudica indústria

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) anunciou que após um primeiro trimestre que evidenciou que a indústria encontrava dificuldades para sustentar o ritmo de recuperação, abril apresentou bons resultados. No entanto, o desabastecimento causado pela paralisação dos serviços de transporte em maio e as medidas tomadas para solucionar o problema afetaram significativamente o desempenho da indústria. Todos os indicadores registraram queda em maio, algumas bastante expressivas.

Confiança da Indústria recuou 1,0 ponto em junho

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,0 ponto em junho de 2018, para 100,1 pontos, menor nível desde janeiro desse ano (99,4 pontos). Com o resultado, o ICI fecha o segundo trimestre (100,7 pontos) 0,2 ponto acima do resultado do primeiro trimestre (100,5 pontos).

Prévia da Confiança da Indústria sinaliza queda em junho

A prévia da Sondagem da Indústria de junho de 2018 sinaliza queda de 1,4 ponto do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de maio, para 99,7 pontos, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).ias 04 e 19 deste mês.

Indústria paulista fecha 3.500 postos de trabalho em maio

Após quatro meses seguidos de geração de emprego, a indústria paulista encerrou maio com o fechamento de 3.500 postos de trabalho, queda de -0,16% frente a abril na série sem ajuste sazonal. Porém no acumulado do ano o saldo ainda segue positivo, com 28.500 vagas (+1,33%). Com o ajuste sazonal, o resultado para o mês também ficou negativo, (-0,27%). Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta sexta-feira (15 de junho) pela Fiesp e pelo Ciesp.

Intenção de Investimentos da indústria recua no 2T18

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria da Fundação Getulio Vargas recuou 7,6 pontos no segundo trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, para 116,1 pontos, nível semelhante ao do quarto trimestre de 2017 (116,0). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

Indústria sobe em dez dos 15 locais pesquisados em abril

Com o aumento de 0,8% na produção industrial nacional de março para abril de 2018, dez dos 15 locais pesquisados tiveram taxas positivas no período, na série com ajuste sazonal, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os maiores avanços aconteceram na Bahia (7,0%), Rio de Janeiro (6,0%), Região Nordeste (5,6%) e Minas Gerais (4,4%). Outros locais em alta no mês foram Paraná (3,3%), Rio Grande do Sul (2,2%), Pernambuco (2,1%), Santa Catarina (1,9%) e Espírito Santo (1,4%).

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