5,3 milhões de micro e pequenas empresas inadimplentes

A inadimplência atingiu 5,305 milhões de micro e pequenas empresas em dezembro de 2018, representando o segundo maior volume de toda a série histórica, abaixo apenas do recorde em setembro de 2018 (5,327). Na comparação com o mesmo mês de 2017 (4,937 milhões), houve aumento de 7,5% e na relação com novembro de 2018 (5,252 milhões), uma alta de 1,0%. “Além dos fatores econômicos, este alto patamar de inadimplência também tem relação com a dificuldade das micro e pequenas empresas em administrar a saúde financeira dos negócios”, diz o vice-presidente de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, Victor Loyola.

Inadimplência abre o ano em desaceleração

O ano de 2019 começa com sinais de acomodação da inadimplência. Dados apurados pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que mesmo com o crescimento do número de consumidores negativados na comparação anual, o avanço foi menor em janeiro de 2019 ante os últimos meses, alcançando 2,42%.

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Pesquisa mostra queda da inadimplência da taxa de condomínio em São Paulo

Um levantamento realizado no estado de São Paulo pela empresa de gestão condominial e negócios imobiliários Auxiliadora Predial aponta que o número de inadimplência da taxa de condomínio caiu no ano passado, na comparação com 2017. A empresa analisou os dados de, aproximadamente, 300 condomínios administrados por ela. Entre os condôminos que atrasaram o pagamento em até 30 dias, a queda foi 6,80%. Para quem ficou devendo até dois meses, a diferença foi ainda maior, de 13,46%. Já para quem ficou três meses sem pagar o valor da taxa, a inadimplência reduziu em 12,58%.

Inadimplência das empresas cai 14,2% em 2018

A inadimplência das empresas em todo o país caiu 14,2% em 2018, de acordo com dados nacionais da Boa Vista. O indicador é um somatório dos principais mecanismos de apontamento de inadimplência empresarial, isto é, cheques devolvidos, títulos protestados e registros de débitos realizados na base do Serviço Central de Proteção ao Crédito - SCPC.

 

Inadimplência das empresas fecha 2018 com alta

O número de empresas com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes apresentou crescimento de 7,44% no fechamento de 2018 na comparação com 2017, mas o ritmo de alta perdeu força em quatro das cinco regiões analisadas. Já o número de dívidas contraídas em nome de pessoas jurídicas avançou 4,89% em dezembro na comparação anual. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

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Inadimplência no Brasil encerra 2018 com alta de 4,41%

O fim da recessão ainda não foi o suficiente para melhorar as finanças do brasileiro. Dados apurados pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o Brasil encerrou o ano de 2018 com um avanço de 4,41% na quantidade de consumidores com contas em atraso, na comparação com 2017. Trata-se do ano em que a inadimplência apresentou o crescimento mais elevado desde 2012, quando o crescimento observado fora de 6,8%. Nos demais anos, a inadimplência do consumidor encerrou com altas de +1,3% em 2017; +1,4% em 2016; +4,2% em 2015; +3,4% em 2014 e +3,7% em 2013. A estimativa é que o país tenha fechado o último mês de dezembro com aproximadamente 62,6 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O número representa 41% da população adulta que reside no Brasil.

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Inadimplência do consumidor cresce 6,03% em novembro

O encerramento do ano se aproxima e a inadimplência do consumidor segue em patamares recordes. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que o volume de consumidores com contas em atraso e registrados em listas de inadimplentes cresceu 6,03% no último mês de novembro na comparação com igual mês do ano passado. Trata-se do crescimento mais acentuado para os meses de novembro desde 2011, quando a alta observada fora de 8,10%. Nos demais anos as altas haviam sido de 0,2% em 2017; 0,7% em 2016; 4,4% em 2015; 3,4% em 2014; 4,0% em 2013 e 3,9% em 2012.

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