Atacado paulista registrou queda de 1.199 empregos formais, mostra FecomercioSP

Em março, o comércio atacadista no Estado de São Paulo registrou diminuição de 1.199 empregos com carteira assinada, resultado de 16.049 admissões e 17.248 desligamentos. Pela terceira vez, desde 2007, o resultado de março ficou no negativo. No mesmo mês de 2009, quando houve a maior perda de postos de trabalho no atacado paulista para o período, o saldo foi negativo em 1.755 empregos. O novo recuo mensal é o sétimo consecutivo.

Setor de serviços paulista encerra 4.883 empregos formais no 1T16

Após gerar quase seis mil empregos em fevereiro, o setor de serviços do Estado de São Paulo eliminou 3.372 postos de trabalho em março, resultado de 205.343 admissões e 208.715 desligamentos. Com isso, o estoque ativo de trabalhadores atingiu 7.419.744 empregados. Foi a primeira vez desde o início da série histórica, em 2007, que o setor registra fechamento de vagas formais em março.

Atacado paulista fecha 1.704 empregos formais em fevereiro, aponta FecomercioSP

Em fevereiro, o comércio atacadista no Estado de São Paulo registrou diminuição de 1.704 empregos com carteira assinada, resultado de 14.166 admissões e 15.870 desligamentos. É a primeira vez, desde 2009, que o resultado fica negativo neste período do ano, como revela a inédita Pesquisa de Emprego no Comércio Atacadista do Estado de São Paulo (PESP Atacado).

Brasil gera 5,2 mi de empregos formais em 4 anos, aponta Caged

Em 2014, considerando a Série Ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, foram gerados 396.993 postos de trabalho celetistas. Tal expansão deveu-se principalmente ao crescimento do emprego nos setores de Serviços (+476.108 postos), do Comércio (+180.814 postos), cujos saldos positivos superaram a redução do emprego nos setores da Indústria de Transformação (-163.817 postos) e da Construção Civil (-106.476 postos).

Empregos formais em outubro têm pior índice desde 1999

Segundo os dados do CAGED, em outubro de 2014, foram perdidos 30.283 empregos celetistas, equivalentes à retração de 0,07% no estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores que contribuíram para esse resultado foram a Construção Civil (-33.556 postos ou -24%), Agropecuária (-19.624 postos ou -1,18%) e a Indústria de Transformação (-11.849 postos ou +0,14%), cujos saldos superaram as expansões de empregos ocorridas nos setores do Comércio (32.771 postos ou +0,36%) e nos Serviços (+2.433 postos ou -0,01%).

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