Indústria paulista abre 1.000 vagas em julho

A Pesquisa de Nível de Emprego, levantamento feito pela Fiesp e pelo Ciesp divulgado nesta sexta-feira (17 de agosto), mostra abertura de 1.000 vagas na indústria de transformação paulista em julho, em relação a junho. A variação (0,04% sem ajuste sazonal e -0,1% na taxa ajustada) configura estabilidade e é o melhor resultado para o mês de julho desde 2013.

Indicador Antecedente de Emprego recua em julho

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas caiu 0,8 ponto em julho, para 94,7 pontos, menor nível desde dezembro de 2016 (90,0 pontos). O indicador recuou pela quinta vez consecutiva, o que não ocorria desde meados do segundo trimestre de 2014, início da crise.

Setor privado dos EUA cria mais empregos no mês de julho

O setor privado dos Estados Unidos gerou 219 mil postos de trabalho em julho deste ano, ante o mês anterior, segundo dados divulgados hoje na pesquisa ADP Employment. O resultado veio acima do que o previsto por analistas, que estimavam a abertura de 185 mil empregos no mês.

Varejo paulista elimina 1.791 empregos formais em maio

O comércio varejista no Estado de São Paulo eliminou 1.791 postos formais de trabalho em maio, resultado de 75.112 admissões e 76.903 desligamentos. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês com um estoque de 2.061.288 vínculos empregatícios com carteira assinada. No acumulado de 12 meses, são 8.109 empregos formais a mais, o que reverte o cenário negativo observado nos três anos anteriores para o período.

Emprego fica estável em junho e fecha 1º semestre com 392,4 mil novas vagas

O emprego formal se manteve estável em junho no Brasil. Foram registradas no mês 1.167.531 admissões e 1.168.192 desligamentos, que resultaram em um saldo de -661 vagas. No acumulado do ano, o saldo ficou positivo em +392.461 empregos, um crescimento de 1,04% em relação ao primeiro semestre de 2017. Se considerados os saldos dos últimos 12 meses (julho de 2017 a junho de 2018), o resultado também é positivo. Foram criados +280.093 postos formais, 0,74% a mais do que no período anterior. Com isso, o estoque de empregos no país ficou em 38,21 milhões.

Crise econômica afetou emprego em 29,3% das cidades paulistas

A crise econômica, que teve início em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos. É o que aponta o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) com base em dados oficiais de 2016, últimos disponíveis. Apesar de ser o estado com maior proporção de cidades com alto desenvolvimento de forma geral (27,5%), a crise se manifestou fortemente em São Paulo na vertente Emprego e Renda, avaliada pelo IFDM: 29,3% dos municípios paulistas regrediram e nenhum alcançou o conceito máximo.

Comércio atacadista de São Paulo cria 1.568 empregos formais

O comércio atacadista no Estado de São Paulo abriu 1.568 vagas de trabalho formais no quarto mês do ano, resultado de 16.327 admissões e 14.759 desligamentos, o melhor desempenho para um mês de abril desde 2012. Esse é o quarto saldo positivo consecutivo e, com isso, o estoque ativo do setor atingiu 502.071 vínculos empregatícios, o maior patamar desde novembro de 2015 – alta de 2,1% em relação a abril de 2017. No acumulado do ano, o saldo é positivo em 3.921 empregos celetistas. Esse é também o melhor desempenho para o primeiro quadrimestre desde 2014.

IAEmp marca 101,1 pontos em maio

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,5 pontos entre abril e maio, para 101,1 pontos. A queda de maio é a terceira consecutiva do indicador, o que não ocorria desde o início de 2015. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador também apresenta tendência declinante, ao recuar 2,9 pontos em relação ao mês anterior. 

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