ANEEL autoriza empréstimo de R$ 400 mi à CEAL, em Alagoas

A Diretoria da ANEEL aprovou hoje (12/2), durante reunião pública, empréstimo de R$ 400 milhões do Fundo da Reserva Global de Reversão – RGR a ser repassado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE para a Companhia Energética de Alagoas – CEAL devido à necessidade de recursos extraordinários, não previstos na Portaria MME nº 388/2016 e na Resolução Normativa nº 748/2016. A decisão atende ao que está disposto na Portaria MME nº 510, de 20 de dezembro de 2018.

Empréstimos e cartões de loja são os principais vilões da inadimplência, aponta SPC Brasil

Uma pesquisa nacional realizada apenas com consumidores inadimplentes pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que as dívidas bancárias continuam sendo as principais causadoras do ‘nome sujo’. De acordo com o levantamento, sete em cada dez (76,1%) entrevistados que contrataram algum empréstimo estão inadimplentes porque não pagaram as parcelas em dia.

Pagamento de dívidas é a principal finalidade de quem faz empréstimos, mostra SPC Brasil

Endividar-se ainda mais para quitar uma dívida. Pode parecer um contrassenso, mas essa é a principal razão observada entre os consumidores brasileiros que recorrem aos empréstimos em bancos e financeiras. De acordo com um levantamento nacional feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a principal finalidade do empréstimo pessoal é o pagamento de dívidas, como faturas do cartão de crédito, prestações de lojas e até mesmo outros empréstimos adquiridos no passado (41,6%). Em segundo lugar aparecem o pagamento de contas básicas, como aluguel, condomínio, luz, telefone e escola (15,1%). A aquisição de eletrodomésticos (8,7%), a compra de móveis (7,5%) e a realização de viagens (5,5%) completam o ranking de motivações.

FMI concede ao Iraque empréstimo de US$ 5,4 bilhões

O Iraque chegou a um acordo com o FMI nesta quinta-feira para a obtenção de um empréstimo de US$ 5,4 bilhões, o que poderá estimular os doadores a desbloquear ajudas financeiras para o país em crise, informou um comunicado do organismo.

Queda da economia leva à redução de empréstimos dos bancos

O encolhimento da economia levou a uma queda no saldo do crédito ofertado pelos bancos a empresas e famílias. Em fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, o saldo das operações de crédito recuou e fechou o período em R$ 3,184 trilhões. Em relação a janeiro, houve redução de 0,5%. O saldo do mês correspondeu a 53,6% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), queda de 0,4 ponto percentual em relação a janeiro. As informações foram divulgadas hoje (29) pelo Banco Central (BC).

Crise aumenta o número de empréstimos ilegais

Com o agravamento da crise e diminuição de crédito no sistema financeiro, ressurge no Brasil silenciosamente a figura sinistra do agiota. Recente matéria, publicada pelo Correio 24 horas, apontou que simulando operações com máquinas de cartão de crédito, agiotas estariam emprestando dinheiro a juros elevadíssimos. Mas quem é o agiota? Ele é a pessoa que empresta dinheiro fora do mercado de crédito, sem supervisão e nem autorização do governo, com taxas de juros abusivas que chegam a 20, 30, 40% ao mês, por exemplo.

Índice de intenção de financiamento recua 38,7% em um ano na capital paulista

A intenção das famílias paulistanas de tomar empréstimos continua em queda livre e, em março, registrou 15,5 pontos, o menor resultado desde 2012. Os dados são da Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

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