PMI Composto do Brasil registra 45,1 pontos em março

O setor de serviços do Brasil entrou fortemente em território de contração desde março, quando o aumento nos casos da doença do coronavírus de 2019 (COVID-19) e a reimplementação de restrições levaram a um declínio acentuado do volume de novos pedidos, segundo dados do Markit Economics. Em resposta, as empresas reduziram a atividade de negócios ao ritmo mais rápido desde meados de 2020, e continuaram reduzindo postos de trabalho. Enquanto isso, as pressões inflacionárias sobre os custos se intensificaram, sendo o aumento mais recente o mais acentuado em mais de cinco anos. Os preços de venda aumentaram a um ritmo mais lento, embora acentuado, e algumas empresas limitaram os ajustes de preços devido a iniciativas de aumento das vendas.

Expectativas mais pessimistas em março, mostra FGV

O aumento do número de mortes por covid-19 e seu reflexo sobre a atividade econômica elevaram o risco percebido pelo consumidor em relação a emprego, renda e à própria saúde, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). As expectativas tornaram-se bastante pessimistas em março e a percepção sobre a situação atual das finanças familiares e da economia é a pior da série iniciada em setembro de 2005.

Balança comercial fecha março com superávit de US$ 1,482 bilhões

A balança comercial brasileira teve um saldo positivo de US$ 1,482 bilhão em março. De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, apesar do superávit, o desempenho é o pior para o mês desde 2015, quando o saldo foi de US$ 455,5 milhões.

Indicador Antecedente da Economia recuou em fevereiro

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre o FGV IBRE e The Conference Board (TCB), recuou 0,6% para 123,0 pontos em fevereiro de 2021. Das oito séries componentes, cinco contribuíram de forma negativa para o resultado agregado, com a maior contribuição negativa vindo do Indicador de Expectativas da Indústria.

Indicador de Incerteza da Economia recua 9,2 pontos em fevereiro

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) recuou 9,2 pontos em fevereiro, para 128,2 pontos, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esta é a primeira vez desde o início da pandemia de covid-19 que o nível do indicador fica abaixo do ponto de máximo anterior a esta crise, alcançado em setembro de 2015 (136,8 pontos). O IIE-BR agora está 13 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes do início da pandemia no Brasil.

Clima Econômico da América Latina melhora, mostra FGV

Pela primeira vez depois do impacto da pandemia de covid-19, houve alguma melhora na percepção em relação à situação corrente, que continua difícil na maioria dos países. Em relação às expectativas o resultado é muito heterogêneo.

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Indicador de incerteza da economia recuou 4,9 pontos em janeiro

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,9 pontos em janeiro, para 137,4 pontos. O indicador está agora 22,3 pontos acima do nível de fevereiro passado (último mês antes do início da pandemia no Brasil) e 0,6 ponto acima do nível máximo anterior a esse período, alcançado em setembro de 2015.

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Indicador de incerteza da economia sinaliza queda no mês

A prévia de dezembro do Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas sinaliza queda de 5,1 pontos no mês, para 140,7 pontos. Com o resultado, o indicador estaria 3,9 pontos acima do último pico anterior a pandemia, em setembro de 2015 e, 26 pontos acima de fevereiro de 2020, período pré-pandemia.

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