Confiança do consumidor da zona do euro fica estável em dezembro

O índice de confiança do consumidor nos 17 países que compõem a zona do euro permaneceu em 0,5 pontos em dezembro de 2017, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 08, pela Comissão Europeia. O número veio em linha com o esperado por analistas (0,5%). Em novembro, o índice apresentou ganhos de 0,5 pontos.

(Michele Rios – Investimentos e Notícias)

Pesquisa em 12 capitais mostra cautela do consumidor

Levantamento feito em 12 capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 48% dos consumidores consultados pretendem reduzir os gastos neste começo de ano. O principal motivo é o nível elevado de preços, justificado por 24% dos entrevistados.

Índice de confiança do consumidor cresce 5,3% em dezembro

A confiança do consumidor paulistano consolidou sua recuperação com a terceira elevação consecutiva. Em dezembro, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do município de São Paulo atingiu 109,5 pontos, alta de 5,3% em relação aos 104 pontos vistos em novembro. Na comparação com o mesmo mês de 2016, quando o indicador marcava 110,7 pontos, houve redução de 1,1%.

Confiança do consumidor alemão deverá avançar em janeiro

O índice de confiança dos consumidores alemães deverá subir em janeiro de 2018, conforme divulgado hoje, 22, pelo instituto GFK. O indicador deverá ficar em 10,8 pontos, uma alta em relação aos 10,7 pontos de dezembro. O número deverá vir em linha com o esperado por analistas, uma alta de 10,8 pontos.

(MR – Investimentos e Notícias)

Consumidor deve gastar mais neste Natal, diz FGV

O consumidor continua recuperando o ânimo para gastar, mas ainda abaixo do nível de três anos atrás. Foi o que apontou a pesquisa da Sondagem do Consumidor, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) para este Natal. Dos 1869 entrevistados, 46,8%, em média, declararam estar dispostos a desembolsar o mesmo que em 2016. O percentual é quase similar ao de pessoas que pretendem gastar menos (46,5%). Apenas 6,7% afirmaram que comprariam em 2017 mais do que ano passado.

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