Faturamento real do comércio eletrônico paulista tem alta de 1,4%, aponta FecomercioSP

O comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,54 bilhões no segundo trimestre de 2016, alta de 1,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Por outro lado, o setor acumulou queda de 3,3% no primeiro semestre deste ano. É o que aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit.

Comércio eletrônico fatura R$ 3,6 bi no Estado de São Paulo

O comércio eletrônico paulista registrou faturamento real (já descontada a inflação) de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, recuo de 7,4% na comparação com o mesmo período de 2015. Em 12 meses, o setor acumula queda de 2,7%. É o que aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a E-bit/Buscapé.

Comércio eletrônico deve crescer 8,67% em maio

Em maio, o e-commerce brasileiro deve movimentar R$ 6,18 bilhões, segundo o Relatório Conversion do E-commerce Brasileiro 2016, estudo recentemente divulgado pela Conversion, agência digital, especializada em marketing de busca e e-commerce.

Média de gastos e investimentos no comércio eletrônico cresce 103%

O Comércio Eletrônico no Brasil está totalmente consolidado. A média de gastos e investimentos no setor registrou crescimento de 103% nos últimos dez anos. É o que revela a 18ª Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, organizada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). O estudo aponta ainda que as transações negócio-a-negócio, conhecidas como B2B, e negócio-a-consumidor (B2C) também aumentaram em uma década – 128% e 279%, respectivamente.

Empresas que miram em vendas online preveem alta de até 25%

Com a desaceleração vivida pela economia brasileira e do conturbado momento político ao longo de 2014, a confiança do consumidor anda reduzida e o desemprego tem dado os primeiros sinais. Nessa conjuntura, muitas famílias têm reduzido o consumo. Mas, segundo o levantamento Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD), que traz os dados preliminares do crescimento das empresas atacadistas e distribuidoras, isso tende a mudar. A ABAD prevê que o crescimento mínimo no setor de atacado no Brasil poderá ficar em torno dos 2% ao longo de 2015 e quem investiu no mercado on-line poderá colher os melhores resultados.

Varejo eletrônico espera dobrar negócios com material escolar

Os varejistas com negócios digitais no Brasil já se preparam para a corrida da volta às aulas, já que muitos estudantes e pais pretendem comprar material escolar pela internet para 2015. A Staples, especializada em papelaria e produtos de escritório, prevê um aumento de 130% nas vendas online dos produtos entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015.

PEC que muda cobrança de ICMS no comércio eletrônico é aprovada

Após mais de três anos de negociações, a Câmara dos Deputados aprovou ontem (11) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 197/12, que altera a sistemática de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias Prestações de Serviços (ICMS) incidente sobre compras feitas pela Internet ou pelo telefone, a chamada PEC do Comércio Eletrônico.

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