Investidores não acreditam que o Brasil superou a crise

O Produto Interno Bruto (PIB) representa em valores monetários, a soma de todos os bens e serviços finais produzidos em uma determinada região durante um período de tempo. Ele é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia, tendo como foco, quantificar a atividade econômica. Os fatores que mais influenciam na expansão do PIB são: consumo privado, investimentos privados, gastos públicos e balança comercial. Apesar da previsão do Banco Central indicar que em 2017 o Brasil crescerá 0,7%, a maioria dos investidores ainda não acredita que o país superou a crise.

Brasil aumenta diagnóstico e tratamento para HIV

Aumento no diagnóstico entre as pessoas que vivem com HIV e no número de pessoas em tratamento são os destaques do Relatório de Monitoramento Clínico do HIV lançado pelo Ministério da Saúde. O documento demonstra o avanço do país no alcance das metas 90-90-90, no período de 2012 a 2016. De acordo com o documento, estima-se que, em 2016, aproximadamente 830 mil pessoas vivem com HIV no país, dessas, 694 mil (84%) diagnosticadas; 655 mil (79%) vinculadas a algum serviço de saúde; e 563 mil (68%) retidas nos serviços.

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Atividade econômica cresce 0,3% no terceiro trimestre

Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), o terceiro trimestre de 2017 foi marcado por uma nova expansão da economia brasileira. A alta em relação ao segundo trimestre, já efetuados os ajustes sazonais, foi de 0,3%. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o crescimento foi de 1,2%. Com estes resultados, a atividade econômica acumulou crescimento de 0,4% entre janeiro/17 e setembro/17 na comparação com o mesmo período do ano passado.

PIB caiu em todos os estados em 2015

Todos os estados brasileiros registraram queda no Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas os bens e serviços produzidos no país) em 2015, de acordo com dados das Contas Regionais, divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pela primeira vez, a queda foi registrada em todas as unidades da Federação desde o início da série histórica em 2002. Em 2015, o PIB nacional caiu 3,5%.

PMI industrial do Brasil marca 50,9 pontos em setembro

Os dados de setembro indicaram que o crescimento no setor industrial brasileiro foi mantido, já que o volume de produção e a quantidade de novos pedidos continuaram a aumentar. Além disso, a melhoria persistente na demanda proveniente dos mercados tanto doméstico quanto externo estimulou as empresas a aumentarem a produção a um ritmo mais rápido em quatro meses. Contudo, os produtores de mercadorias continuaram a indicar uma preferência por níveis mais baixos de estoque. Ao mesmo tempo, a taxa de inflação de custos se intensificou, mas as pressões competitivas e as tentativas de obter novos negócios fizeram com que os preços dos produtos fossem aumentados marginalmente, apenas.

Termina a recessão... Brasil, tempo de crescer!

Este é o segundo trimestre consecutivo em que o Produto Interno Bruto (PIB) tem evolução positiva. Tecnicamente convenciona-se que esse desempenho do PIB trimestral indica mudança no “sinal” do ciclo econômico; nesse caso, fim da recessão e início da recuperação econômica. É tempo de crescer!

PMI de serviços do Brasil marca 49 pontos em agosto

O setor brasileiro de serviços se aproximou mais ainda de uma estabilização em agosto, com o segundo aumento mensal consecutivo de novos trabalhos contribuindo para uma queda mais fraca no volume de produção, que foi apenas ligeira, no geral. Parte da recuperação nas cargas de trabalho foi sustentada por preços mais baixos cobrados pelas empresas, com as firmas oferecendo descontos apesar de um aumento na inflação de custo de insumos. Houve evidências de capacidade ociosa, já que os pedidos em atraso diminuíram acentuadamente apesar de outra rodada de cortes de empregos. Analisando as expectativas para o futuro, os entrevistados esperam um nível mais elevado de atividade nos próximos doze meses. Além disso, o nível de otimismo foi o mais forte desde setembro de 2016.

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