Magazine Luiza compra startup de tecnologia

O Magazine Luiza acaba de anunciar a compra da empresa de desenvolvimento de tecnologia Softbox. Fundada há 13 anos em Uberlândia, Minas Gerais, a Softbox reúne 180 desenvolvedores especialistas em ajudar qualquer tipo de empresa -- varejista ou fabricante de bens de consumo -- a vender digitalmente ao cliente final. "Hoje, a maioria das empresas brasileiras está excluída do mundo digital, sem acesso a nenhum marketplace", diz Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. "Com a incorporação da Softbox, vamos ajudar no processo de transformação digital de companhias analógicas."

 

Lançamento de startup brasileira ligada à biodiversidade é destaque na COP internacional

Uma plataforma on-line programada para apresentar projetos socioambientais a empresas que precisam se adequar à nova lei sobre o uso de ativos naturais da biodiversidade brasileira. Essa é a startup brasileira VBIO, lançada oficialmente no dia 5 de dezembro, às 21h15 (horário de Brasília), durante a 13ª Conference of the Parties (COP), evento com a chancela da ONU realizado em Cancún, no México - no qual chefes de estado e profissionais do mundo inteiro se reúnem para debater medidas globais de proteção à biodiversidade. 

Grupo NQZ é a primeira startup de franquias coletivas do Brasil

O Grupo NQZ, sócio-administrador das redes The Original Cake e The Original Cup&Cake, Estética Hollywood, Mundo Cheff, Los Ogros e Hair Concept, no Brasil, e da Temakeria Makis Place, no sul da Flórida, nos Estados Unidos, traz para o mercado nacional uma inovação no mercado do franchising: a Franquia 5.0. O termo refere-se à franquia coletiva, ou seja, com vários donos, na qual cada um tem um número específico de cotas.

 

Startup permite dobrar as vendas das lojas do Mercado Livre

Aos 21 anos, os jovens Frederico Flores e Fernando Montera Filho tornaram-se um dos maiores vendedores do Mercado Livre. Com a chegada de muitos concorrentes, desistiram do negócio e se reinventaram. Em 2012, criaram uma empresa para ajudar a resolver os problemas que tinham quando eram vendedores. Assim, surgiu a Ecommet, uma startup que facilita a gestão e aumenta a conversão de vendas em shoppings virtuais, marketplaces como o Mercado Livre, cobrando centavos por venda.

Há quatro anos no mercado, a startup já conta com mais de 1.600 clientes, que transacionam juntos cerca de R$2 bilhões por ano. Em plena recessão no Brasil, a empresa dos jovens com menos de 30 anos dobra a cada ano e vai fechar 2016 com R$ 20 milhões de faturamento. O crescimento acelerado se deu, principalmente, pela invenção de um sistema que torna simples algo complicado: vender, anunciar e gerenciar produtos em vários canais na internet.

Chamado de Becommerce, o software integra vendas, marketing e logística, aumentando a produtividade dos lojistas e automatizando processos. Segundo levantamento feito este ano, em média, clientes que utilizam a ferramenta dobram o faturamento em 6 meses.

O sistema possui 14 módulos, que são acessíveis para qualquer porte de empresa: o mais caro custa R$0,59 centavos por transação, independentemente do valor do produto. Entre as soluções mais procuradas, estão o módulo que gerencia os pedidos - automatizando todo o relacionamento do cliente com a loja; o robô lojista – uma máquina que tira todas as dúvidas 24 horas por dia - e o módulo que monitora o preço da concorrência, abaixando automaticamente o valor caso o concorrente faça uma oferta.

“Muitos clientes começaram lá atrás conosco, pessoas que começaram do zero, ex-cobradores, ex-motoboys, que hoje faturam R$ 40 milhões ano com a ajuda de uma plataforma de gestão inovadora”, explica Frederico Flores, CEO da Ecommet.

Beblue devolve mais de R$ 1 milhão aos usuários

O Beblue, startup com sede em Ribeirão Preto (SP) e atividades na cidade, em Franca e Presidente Prudente, por enquanto, utiliza tecnologia para estimular vendas e fidelizar clientes de lojas e prestadores de serviços parceiros, apresenta resultados positivos nos cinco primeiros meses de atuação. No período, o aplicativo devolveu aos seus usuários, na conta do app, mais de R$ 1 milhão.

Startup pede autorização para testar entregas com drones

A Frete Rápido, pretende realizar entregas utilizando drones em São Paulo. A startup atua no mercado de transporte de cargas com uma plataforma web que conecta em tempo real empresas às transportadoras rodoviárias e aéreas. Os drones serão testados em entregas rápidas e com pequenos volumes, já que os aparelhos possuem capacidade para transportar até 15kg por vez.

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