Cortes maiores na Selic são prováveis para os próximos meses

Devido à incerteza quanto ao cenário econômico de 2018, o Banco Central poderá acelerar os cortes na taxa básica de juros, a Selic, para não ter que alongar o ciclo para além de onde não consegue enxergar. A opinião é de Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Redução da taxa de juros precisa ser acompanhada de medidas estruturais, diz FIRJAN

A manutenção do ritmo de corte da taxa de juros era esperada, à medida que as estatísticas reforçam o quadro de queda da inflação e atividade ainda no campo recessivo. De fato, a economia ainda não apresenta sinais robustos de recuperação, com desempenho pior do que o esperado, ao mesmo tempo que os preços mantêm trajetória cadente e as projeções apontam para inflação abaixo do centro da meta no fim de 2017.

 

Há espaço para recuo maior da Selic, afirma Skaf

Nesta quarta-feira (22/2), o Banco Central definiu o novo valor da Selic em 12,25% ao ano, queda de 0,75 ponto percentual.

“Ainda não é o bastante, pois existe espaço para recuos maiores da Selic”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

 

Copom inicia hoje reunião para definir taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (21) a segunda reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 13% ao ano. Instituições financeiras, consultadas pelo BC, esperam por mais um corte de 0,75 ponto percentual, como ocorreu em janeiro deste ano.

Corte na SELIC é insuficiente, afirma ABIMAQ

A redução de 0,75 ponto percentual na SELIC, definida após a primeira reunião do ano do COPOM – Comitê de Política Monetária do Banco Central é avaliada pela ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos como uma medida insuficiente, conforme afirma o presidente executivo da entidade, José Velloso.

 

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