Cheques falsificados são principais fraudes sofridas por MPEs em 2018

As micro e pequenas empresas formam a maioria dos negócios no Brasil e, em muitos casos, por não contarem com estrutura adequada e recursos suficientes, acabam sendo alvos estratégicos das tentativas de fraudes. Em tempos de instabilidade econômica e vendas em baixa, a prevenção a esse tipo de prática deve ser ainda mais cuidadosa para evitar perdas financeiras. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que o recebimento de cheques falsificados ou roubados (33%) e as transações feitas com cartões de créditos clonados (25%) foram os tipos de fraudes mais sofridos por micro e pequenos empresários ao longo de 2018. No total, 11% das micro e pequenas empresas no país tiveram algum prejuízo financeiro no último ano em virtude de golpes praticados por estelionatários.

Confiança dos MPEs termina janeiro com 54,6 pontos

O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 54,6 pontos em janeiro, acima dos 51,1 pontos no último mês de dezembro, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pela quarta vez seguida, o resultado ficou acima dos 50 pontos, indicando que o clima de otimismo tem prevalecido entre os entrevistados. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

Temer veta integralmente Refis das micro e pequenas empresas

O presidente Michel Temer vetou integralmente o projeto que instituía o programa de refinanciamento para micro e pequenas empresas – o Refis das micro e pequenas empresas. A justificativa é que a medida fere a Lei de Responsabilidade Fiscal ao não prever a origem dos recursos que cobririam os descontos aplicados a multas e juros com o parcelamento das dívidas.

MPEs mineiras geram mais de 9 mil vagas com carteira assinada

Minas Gerais registrou, em abril, o maior saldo de empregos gerado pelas Micro e Pequenas Empresas (MPE) desde junho do ano passado. Os setores da agricultura, comércio e serviços foram os responsáveis pela reação do mercado de trabalho. É o que mostra o levantamento do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

55% dos MPEs pretendem investir em seus negócios

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) mostram que a intenção de investir dos micro e pequenos empresários (MPEs) pelos próximos 90 dias segue em patamar baixo: apenas 21,4% dos entrevistados pretendem fazer investimentos, sendo o aumento de vendas o objetivo apontado por 55,0% desses empresários. Outros motivos são a necessidade de atender a demanda (15,2%) e a adaptação da empresa a novas tecnologias (14,6%). Em dezembro, o índice atingiu 26,23 pontos, abaixo dos 27,00 pontos de novembro. Quanto mais próximo de 100, maior é a propensão desses empresários a investir e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão. Na variação anual com dezembro de 2015, houve uma estabilidade na demanda por investimentos, fazendo com que o índice passasse de 25,16 para 26,23 pontos.

Micro e pequenos empresários terão linhas de crédito e exportações facilitadas

O governo federal lançou nesta quarta-feira (5) uma linha de crédito para que os micro e pequenos empresários possam pegar empréstimos de bancos públicos e privados e editou um decreto que facilita a exportação de bens pelas micro e pequenas empresas. As ações foram apresentadas pelo presidente Michel Temer no Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado hoje.

Recuperação judicial da Oi afeta mais de 2,2 mil MPEs

O processo de recuperação judicial da Oi causou um impacto de R$ 158 milhões em 2.214 micro e pequenas empresas, segundo lista divulgada pela própria operadora de telefonia. Para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), as dívidas podem prejudicar a sobrevivência desses empreendimentos, cujo faturamento anual, por lei, não pode ultrapassar R$ 3,6 milhões.

Faturamento das MPEs cai pelo 17º mês seguido

A demanda fraca provocou a queda de faturamento das micro e pequenas empresas (MPEs) em maio pelo 17º mês seguido, na comparação com o mesmo período de 2015. De acordo com a pesquisa Indicadores Sebrae-SP, as MPEs apresentaram resultado negativo de 9,9%, já descontada a inflação. Por setores, o pior resultado foi da indústria, com redução de 18,7%, seguida pelos serviços (-11,8%) e pelo comércio (-5,6%). Para o total do estado, o faturamento das MPEs em maio de 2016 somou R$ 47,3 bilhões.

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