IPCA em janeiro deve desacelerar, aponta MUFG

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 10, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro e do acumulado de 2019. Segundo o IBGE, o IPCA de dezembro subiu 1,15%, enquanto houve alta de 4,31% durante todo o ano passado.

 

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IPCA varia 1,15% em dezembro e acumula alta de 4,31% em 2019

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro subiu 1,15%, enquanto, em novembro, havia registrado 0,51%, divulgou nesta sexta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este foi o maior resultado para um mês de dezembro desde 2002, quando o IPCA ficou em 2,10%. Em dezembro de 2018, a taxa foi de 0,15%. No ano, o IPCA acumulou variação de 4,31%, 0,56 p.p. acima dos 3,75% registrados em 2018.

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IPCA-15 fica em 1,05% em dezembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou 1,05% em dezembro, mostrando aceleração em relação à taxa de 0,14% registrada em novembro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o maior resultado mensal desde junho de 2018, quando o índice foi de 1,11%, e o mais alto índice registrado em dezembro desde 2015, quando foi de 1,18%. Dessa forma, o IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado trimestralmente, fechou o ano de 2019 em 3,91%, acima dos 2,67% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em dezembro de 2018, a taxa foi de -0,16%. 

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IPCA fica em 0,51% no mês de novembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro teve variação de 0,51%, enquanto, em outubro, havia registrado 0,10%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

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Toro Investimentos incentiva brasileiros a investirem durante a Black Friday

Durante a Black Friday, a Toro Investimentos irá incentivar os brasileiros a começar investir ou a diversificar os investimentos que já possuem. Uma das opções é a Letra de Câmbio, que apesar do nome, não está ligado ao investimento em outra moeda, como o dólar por exemplo. “É um investimento emitido por financeiras, que por serem de menor porte que os grandes bancos, tendem a oferecer uma rentabilidade mais alta, para atrair os investidores. Essa pode ser considerada uma das vantagens do produto, a alta rentabilidade oferecida”, disse Thiago Silva, analista de investimentos da Toro Investimentos.

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