Hans Van Bylen assume o comando da Henkel

A partir de hoje, dia 2, Hans Van Bylen é o novo CEO da Henkel. Ele é o sucessor de Kasper Rorsted, que trabalhou por 11 anos no Board executivo da companhia. O executivo ingressou na empresa em 1984 na Bélgica e ao longo de sua carreira ocupou cargos de liderança nas unidades de negócio Laundry & Home Care e Beauty Care. Dentro da Henkel, o novo CEO atuou na França, Oriente Médio e África, América do Norte, Ásia-Pacífico e América Latina. Desde 2005, Van Bylen trabalha como membro do Board, sendo responsável pela unidade de negócios Beauty Care.

Vendas da Henkel em 2015 atingem € 18.089 milhões

“O ano de 2015 foi excelente para a Henkel. Registramos taxas de crescimento de dois dígitos em vendas, lucros, rendimentos por ação e nossos dividendos propostos. As três unidades de negócios (Adhesive Technologies, Beauty Care e Laundry & Home Care) apresentaram crescimento sólido e melhoraram consideravelmente seus lucros. Os mercados emergentes continuaram a ser os principais impulsionadores de crescimento” – afirma Kasper Rorsted, CEO da Henkel.

Vendas da Henkel aumentam 8,4% no 3T15

“Apesar de um mercado insistentemente desafiador, a Henkel apresentou um sólido desempenho no terceiro trimestre. Houve um aumento significativo nas vendas e nos resultados em todas as unidades de negócios. As vendas orgânicas nos mercados emergentes foram sólidas, mais uma vez oferecendo uma contribuição acima da média ao crescimento. Os mercados maduros exibiram um progresso positivo, especialmente impulsionado pelo sólido desempenho na América do Norte. Nesta região, nossos negócios cresceram pelo terceiro trimestre consecutivo", disse o CEO da Henkel, Kasper Rorsted.

Lucro líquido da Henkel cresce 12,8% no 1T15

O resultado da Henkel do primeiro trimestre de 2015 apresentou um bom desempenho da empresa. Com um aumento de 12,7% nas vendas, a companhia atingiu um recorde para o trimestre de € 4.430 milhões. Ajustadas para os efeitos positivos do câmbio, as vendas apresentaram crescimento de 6,9% organicamente, ou seja, ajustadas para o câmbio e aquisições/desinvestimentos, as vendas cresceram 3,6%. 

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