Receita líquida da CSN totaliza R$ 3.844 milhões no 1T16

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Receita líquida da CSN totaliza R$ 3.844 milhões no 1T16 Foto: Divulgação Receita líquida da CSN totaliza R$ 3.844 milhões no 1T16

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) (BM&FBOVESPA: CSNA3) (NYSE: SID) divulga seus resultados do 1º trimestre de 2016 (1T16):

A receita líquida no 1T16 totalizou R$3.844 milhões, 5% superior à do 4T15 e 4% inferior à do mesmo período do ano passado. Em relação ao 4T15, o incremento de receita deve-se aos maiores volumes de vendas nos segmentos de mineração e siderurgia, compensando a queda observada nos preços médios da siderurgia e principalmente da mineração, que sofreu impacto adicional da valorização do Real. Quando comparado ao 1T15, a redução ocorreu principalmente pelo menor volume comercializado no segmento de siderurgia.

No 1T16, o lucro bruto somou R$926 milhões, 21% superior ao registrado no 4T15, com margem bruta de 24%, cerca de 3p.p. superior ao trimestre mencionado. Comparado ao 1T15, o lucro bruto foi 6% inferior e a margem bruta registrou queda de 1p.p., passando de 25% para 24%.

As outras receitas e despesas operacionais atingiram um valor negativo de R$127 milhões no 1T16, referente em sua maioria a despesas com provisões trabalhistas e depósitos judiciais, inferior aos R$214 milhões registrados no 1T15. O valor positivo de R$2.913 do 4T15 é explicado basicamente pelo efeito do ganho registrado na combinação dos negócios de mineração.

No 1T16, o resultado financeiro líquido gerencial foi negativo em R$968 milhões, devido: i) às despesas financeiras ex-variação cambial de R$890 milhões; ii) ao resultado negativo com variação cambial de R$329 milhões; e; iii) às receitas financeiras de R$251 milhões.

No 1T16, a Companhia registrou prejuízo líquido de R$831 milhões, ante o lucro líquido de R$2.371 milhões e de R$392 milhões registrados no 4T15 e no 1T15, respectivamente. A piora do resultado líquido no 1T16 em relação ao 4T15 é explicada principalmente pelos ganhos registrados na conclusão da combinação de negócios da mineração no 4T15. Já em relação ao 1T15, a piora é explicada principalmente pelo resultado de variação cambial e pagamentos de impostos.

O EBITDA ajustado atingiu R$733 milhões no 1T16, 7% superior ao do trimestre imediatamente anterior, mas 20% inferior ao registrado no 1T15. A margem EBITDA ajustada foi de 18,1% no 1T16, 1,1 p.p. superior à registrada no 4T15, mas 3,4p.p. inferior quando comparada ao 1T15.

Investimentos

Foram investidos R$330 milhões no 1T16, com destaque para:

Investimentos no novo forno de clínquer em Arcos-MG que permitirão capturar margens competitivas e escala na região Sudeste a partir da autossuficiência na produção deste insumo;

Reforma das baterias de coque, reduzindo a necessidade de coque importado e melhorando o fuel rate;

Demais projetos visando a melhoria de desempenho ambiental na Usina Presidente Vargas e de investimento corrente nas demais operações.

Do total investido, R$54 milhões foram investimentos em itens sobressalentes e R$155 milhões em investimentos correntes.

(Redação - Agência IN)