Receita líquida da Alpargatas avança 22,9% no 1T18

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Receita líquida da Alpargatas avança 22,9% no 1T18 Foto: Divulgação Receita líquida da Alpargatas avança 22,9% no 1T18

No primeiro trimestre de 2018, o destaque no resultado da Alpargatas foi o bom desempenho no Brasil, cuja receita líquida avançou 22,9% em decorrência dos crescimentos das receitas de todos os seus negócios, especialmente o de Sandálias. O volume de vendas de Havaianas e Dupé superou em 33,1% o de 1T17, ou 6,8%, se somados os 8,8 milhões de pares à quantidade vendida no 1T17, que foi antecipada para o 4T16. 

Como o negócio Sandálias ganhou participação na receita e apresentou incremento de rentabilidade, a margem bruta do Brasil foi 4,5 pontos percentuais maiores que a do 1T17.

O EBITDA recorrente no Brasil aumentou 175,0% (desconsiderando os efeitos não recorrentes, como a exclusão do ICMS da base de cálculo da COFINS no 1T17).

Em Sandálias Internacional, houve redução no faturamento em moedas estrangeiras na maioria das regiões, com exceção da LATAM, devido às quedas nos volumes explicadas no capítulo 1, página 4. A margem bruta foi 1,3 ponto percentual maior, porém não foi suficiente para compensar a menor produtividade das despesas operacionais, resultando em redução da margem EBITDA.

Na Argentina, a variação positiva de 19,0% na receita em pesos ficou abaixo da inflação local. A margem bruta recuou 5,1 pontos percentuais devido ao impacto da menor eficiência fabril nos custos de produção.

Sem os efeitos de itens não recorrentes, a margem EBITDA da Argentina apresentou redução de 4,2 pontos percentuais.

Em comparação ao 1T17, as variações dos principais indicadores consolidados do 1T18 foram as seguintes:
- Receita líquida: R$ 902,1 milhões, 11,7% superior.
- Lucro bruto: R$ 408,8 milhões, um aumento de 16,7%. A margem bruta de 45,3% foi superior em 1,9 ponto percentual.
- EBITDA: R$ 169,1 milhões, 31,8% inferior, com margem de 18,7%. Desconsiderando o impacto dos itens não recorrentes em ambos os trimestres, o EBITDA recorrente consolidado aumentou 40,3% e a margem foi 2,9 pontos percentuais superior.
- Lucro líquido: R$ 112,8 milhões, 37,2% inferior, com margem de 12,5%, impactado por itens não recorrentes no Brasil e na Argentina.
- Geração de caixa operacional: R$ 427,6 milhões nos 12 meses encerrados em 31 de março de 2018.

(Redação - Investimentos e Notícias)