Pesquisa revela que crise fortalece Black Friday no Brasil

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Pesquisa revela que crise fortalece Black Friday no Brasil (Foto:Divulgação) Pesquisa revela que crise fortalece Black Friday no Brasil

Uma pesquisa realizada pelo Zoom revela que, embora os consumidores estejam mais receosos com o cenário econômico atual, 99% estão dispostos a comprar durante o evento. Outra revelação é que 50% pretendem investir mais de R$ 1.000. A pesquisa também aponta para um aumento na credibilidade do evento: a maioria das pessoas (51%) acredita que encontrará descontos reais na Black Friday 2016. Além disso, 82% dos usuários confiam que receberão o produto dentro do prazo. 

Apesar de otimistas para a data, os consumidores estão cautelosos por se tratar de um ano de recessão: 74% afirmaram que gastariam mais no evento se não fosse o momento de instabilidade econômica. Esse cenário também contribui para que os brasileiros estejam mais atentos e pesquisando mais antes de comprar: 93% dos entrevistados afirmaram que usam comparadores de preços e produtos. 

Diante disso, o varejo online ganha cada vez mais força do que as lojas físicas na Black Friday: 83% dos entrevistados acreditam que encontrarão melhores descontos pela internet e 71% pretendem fazer suas compras online. Além disso, 66% desejam aproveitar a data para antecipar suas compras de Natal. 

“Os consumidores mantiveram o pé no freio durante todo o ano e isso fez com que o comportamento de compra fosse modificado. Os brasileiros estão cada vez mais cientes da importância de pesquisar já que estão mais cautelosos com a gestão do orçamento e isso dá força para a Black Friday 2016, pois a cada edição o evento ganha mais confiança dos consumidores no Brasil”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “A expectativa de tíquete-médio alto também mudou esse ano, pois a data é muito forte para a venda de eletrônicos e, mais uma vez, os itens dessa categoria são os mais desejados pelos consumidores. Como esses são produtos com valor mais alto, a pesquisa mostra que metade das pessoas entrevistadas tem intenção de gastar mais de R$ 1.000”, explica o executivo.

(Redação – Agência IN)