Mercado de PCs cresce 21,3% no 1T18

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Mercado de PCs cresce 21,3% no 1T18 (Foto: Divulgação) Mercado de PCs cresce 21,3% no 1T18

Assim como no ano passado, o mercado brasileiro de PCs continua aquecido. Entre os meses de janeiro e março de 2018, foram comercializados 1,34 milhão de equipamentos, ou seja, 21% a mais do que o registrado no mesmo período de 2017, quando foram vendidas 1,1 milhão de máquinas. 

Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q1, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Em receita, os PCs movimentaram R$ 3,01 bilhões, 22,6% a mais do que no primeiro trimestre de 2017, quando os equipamentos geraram R$ 2,51 bilhões.

“Normalmente, no primeiro trimestre há queda nas vendas de PCs. Este ano, como não houve aumento significativo do dólar no período, fabricantes e varejistas conseguiram manter os mesmos preços de 2017, o que explica o movimento de vendas favorável, Wellington La Falce, analista de pesquisa da IDC Brasil.

De acordo com o estudo da IDC, o destaque do mercado de PCs entre os meses de janeiro e março de 2018 foram os notebooks, que responderam por 69,3% das vendas, enquanto os desktops representaram 30,7%. Outro dado apontado pela IDC refere-se à venda de equipamentos por setor: o segmento corporativo cresceu 24% em relação ao primeiro trimestre de 2017, com 485 mil equipamentos vendidos, contra 340 mil no ano passado, e as vendas para o consumidor final cresceram 19,4%, passando de 716 mil em 2017 para 855 mil em 2018. Já o tíquete médio sofreu retração de 1,4% no primeiro trimestre de 2018 quando comparado ao mesmo período de 2017, chegando ao valor de R$ 2.245, ante R$ 2.277 no ano passado.

Para este ano, a expectativa da IDC é de que o mercado cresça 5% em relação ao ano de 2017. “Fabricantes e varejistas devem realizar ações para que o consumidor adiante suas compras durante este ano, já que há muitas incertezas em relação à 2019 que podem impactar no poder de compra do consumidor”, finaliza.