Lucro líquido do Santander atingiu R$ 7.120 mi 1S19

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Lucro líquido do Santander atingiu R$ 7.120 mi 1S19 (Foto: Pexels) Lucro líquido do Santander atingiu R$ 7.120 mi 1S19

O lucro líquido gerencial do Banco Santander atingiu R$ 7.120 milhões no primeiro semestre de 2019, crescimento de 21,0% em doze meses e 4,3% em três meses. 

As receitas totais totalizaram R$ 31.269 milhões nos seis primeiros meses de 2019, aumento de 7,7% em doze meses e 4,5% em três meses. A margem financeira somou R$ 22.085 milhões no primeiro semestre, alta de 7,1% em doze meses, influenciada principalmente pela margem de crédito, que foi impulsionada por maiores volumes médios. Em três meses, a margem financeira total aumentou 5,3%, com contribuição positiva de todas as linhas.

As comissões alcançaram R$ 9.184 milhões no primeiro semestre, crescimento de 9,2% em doze meses reflexo do aumento da base de clientes e vinculação. As principais contribuições continuam sendo cartões de crédito e adquirência, serviços de conta corrente e comissões de seguros. Em três meses, as comissões totais subiram 2,8% com destaque para serviços de colocação de títulos, custódia e corretagem em função da maior atividade do mercado no período, seguido de serviços de conta corrente.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), ajustado pelo ágio, atingiu 21,3% em ambos períodos, no primeiro semestre e no trimestre, crescimento de 2,0 p.p. em doze meses e de 0,2 p.p. em três meses.

As despesas gerais totalizaram R$ 10.316 milhões no primeiro semestre, crescimento de 6,7% em doze meses atribuído, em grande parte, as maiores despesas com processamento de dados e serviços técnicos especializados e de terceiros, que acompanham o crescimento do negócio. Cabe mencionar que essa evolução é inferior ao crescimento de 7,7% das receitas totais no mesmo período. Em três meses, as despesas subiram 2,2%.

O índice de eficiência alcançou 39,4% nos primeiros seis meses, redução de 0,4 p.p. em doze meses. Em três meses, o índice reduziu 0,9p.p., menor patamar histórico. Esse resultado evidencia nosso foco contínuo na produtividade e no controle de custos.

A carteira de crédito total alcançou R$ 317.625 milhões no final de junho de 2019, crescimento de 9,3% (ou alta de 9,4% desconsiderando o efeito da variação cambial). A tendência segue com os segmentos de pessoa física e financiamento ao consumo apresentando desempenho superior ao da carteira de crédito total, com crescimento de 18,0% e 17,2% em doze meses, respectivamente. Como resultado, nossa participação de mercado em crédito atingiu 9,5% em maio/19, expansão de 0,4 p.p. em relação ao mesmo período do ano passado. Em três meses, a carteira de crédito total aumentou 2,2%.

A carteira de crédito ampliada totalizou R$ 394.132 milhões, crescimento de 7,0% em doze meses. Em três meses, a carteira apresentou alta de 1,9%.

O patrimônio líquido excluindo R$ 1.789 milhões referentes ao saldo de ágio, totalizou R$ 68.713 milhões no final de junho de 2019, alta de 9,9% em doze meses e 1,6% em três meses.

O índice de inadimplência acima de 90 dias atingiu 3,0%, alta de 0,2 p.p. em doze meses, devido, principalmente, ao crescimento da carteira de crédito do varejo, em linha com a estratégia do banco. Em três meses, o índice reduziu 0,1 p.p.

O custo de crédito alcançou 3,1% no primeiro semestre de 2019, redução de 0,2 p.p. em doze meses. Em três meses, o indicador aumentou 0,2 p.p.. Vale mencionar que o custo de crédito no trimestre ficou estável em relação ao mesmo período do ano passado.

O índice de cobertura alcançou 191% em junho de 2019, queda de 28,2 p.p. em doze meses e 4,2 p.p. em três meses. Os indicadores de qualidade da carteira se mantêm sob controle em função da assertividade de nossos modelos e a nossa eficaz gestão de risco.

(Redação – Investimentos e Notícias)