Lucro líquido da CSU chega aos R$ 34,9 milhões em 2016

  •  
Lucro líquido da CSU chega aos R$ 34,9 milhões em 2016 Foto: Divulgação Lucro líquido da CSU chega aos R$ 34,9 milhões em 2016

A CSU, empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou os resultados financeiros de 2016.

A Companhia registou uma receita bruta de R$ 514,9 milhões em 2016, 2,3% superior ao ano de 2015. Já o lucro bruto foi de R$ 121,8 milhões e o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 90,9 milhões no período, representando crescimentos de 17,7% e 30,2%, respectivamente, na comparação com 2015. No ano, o lucro líquido somou R$ 34,9 milhões, 83,6% acima do reportado em 2015, com evolução de 3,4 p.p. da margem liquida, a qual totalizou 7,5% no período.

“Conseguimos evoluir nos principais indicadores financeiros da Companhia. Com estrito controle de despesas e foco em operações de maior complexidade, foi possível apresentar um incremento significativo do lucro, mantendo uma estrutura de capital equilibrada e saudável, sustentando um plano de investimentos estratégicos para os negócios da Companhia”, afirma o CFO da Companhia, Ricardo Ribeiro Leite.

A forte geração de caixa e redução no nível de alavancagem possibilitaram a realização de investimentos estratégicos na área de meios de pagamento, além da distribuição de R$ 12,8 milhões na forma de Juros Sobre o Capital Próprio, ocorrida em 30 de Janeiro de 2017, e de R$ 1,2 milhão a ser distribuído na forma de dividendos complementares, conforme aprovado em Reunião de Conselho de Administração, ocorrida em 07 de março de 2017, e a ser deliberado em AGO, representando um payout de 40,0% sobre o Lucro Líquido ou de 42,1% sobre o Lucro Líquido ajustado do exercício.

“Seguimos confiantes quanto à estratégia de negócios adotados pela Companhia e a qualidade dos serviços prestados em cada uma das unidades de negócios da CSU. Em um cenário econômico ainda em transformação, a atuação da Companhia em diferentes setores da economia é positiva em termos de resiliência para a consistência na entrega de resultados”, explica o executivo.

Divisões de negócios

A CardSystem, divisão de processamento e gestão de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o ano com 22,9 milhões de cartões cadastrados, um crescimento de 6,1% na comparação com o ano anterior. Os cartões faturados somaram 19,5 milhões, alta de 5,9% em relação ao ano anterior. Do ponto de vista comercial, em fevereiro de 2017 ocorreu a migração da base de cartões do Banco Mercantil do Brasil (BMB), que envolveu cerca de 900 mil cartões atrelados a diversos serviços a serem prestados, além de contrato firmado com novo emissor, cujo projeto está previsto para implantação ainda este ano.

Na MarketSystem, divisão especializada em marketing de relacionamento, programas de fidelidade e e-commerce, o ano de 2016 foi marcado pela contínua integração de novos parceiros comerciais e conquistas e implantações de novos clientes, como a Souza Cruz, na modalidade Shopping Corporativo, Pernambucanas e Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), na modalidade Loyalty. A plataforma tecnológica OPTe+ conta, atualmente, com 13 clientes, cerca de 60 parceiros comerciais integrados e mais de 1 milhão de produtos ofertados nos segmentos de moda, varejo, passagens aéreas e pacotes turísticos.

Em relação ao ano de 2015, a Companhia registrou um aumento de cerca de 50% do volume de resgates realizados dentro da plataforma frente à transferência de pontos para demais programas de fidelidade (milhas e outros), comprovando a atratividade das soluções de relacionamento, benefícios e recompensa por meio do OPTe+.

A CSU.Contact, unidade especializada na prestação de serviços e teleatendimento, help desk, cobrança, back office, televendas e relacionamento com o cliente, encerrou 2016 com a média de 2.294 posições de atendimento (PA’s) faturadas, 9,1% menor que 2015. O menor volume de atividades nas operações dos clientes da Companhia, justificado pelos impactos da retração macroeconômica, resultou em um menor número de PA’s faturadas. A unidade segue priorizando operações mais complexas, com foco em maior valor agregado e margens sustentáveis para os negócios da Companhia.

O ano também foi marcado pela adoção de diversas iniciativas de otimização de estrutura, incremento de produtividade e revisão dos processos de atendimento, ações estas que permitiram, além da redução de custos, ganhos importantes nos índices de qualidade e de satisfação dos clientes.

(Redação - Agência IN)