Linx tem receita operacional bruta de R$ 136,1 mi no 1T16

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Receita Bruta foi de R$136,1 milhões, aumento de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com desaceleração da economia Foto: Divulgação Receita Bruta foi de R$136,1 milhões, aumento de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com desaceleração da economia

Na contramão do baixo ritmo de expansão do varejo brasileiro, a Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, continua ampliando sua receita e geração de caixa de forma consistente e resiliente. A companhia encerrou o primeiro trimestre de 2016 com receita operacional bruta de R$ 136,1 milhões, incremento de 16,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$118,1 milhões no trimestre, representando crescimento de 12,3% em comparação aos R$105,1 milhões do 1T15.


A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 1T16, a receita recorrente atingiu R$ 116 milhões, com crescimento de 22% sobre o 1T15, e equivalente a 85% da receita bruta. O EBITDA da empresa foi de R$31,2 milhões, 8,3% acima do valor obtido no 1T15, e a margem EBITDA no primeiro trimestre foi de 26,5%. O lucro caixa atingiu R$23 milhões.

“Seguimos num bom ritmo, investindo na operação e com crescimento na casa dos dois dígitos, mesmo diante de um cenário econômico tão adverso”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente financeiro e de RI da Linx. “Nosso modelo de venda de software por assinatura mensal, com receitas recorrentes, garante previsibilidade e rentabilidade ao nosso resultado”.

O “cross-sell”, a venda de ofertas complementares aos softwares de POS e ERP para clientes da base da Linx, aliado às vendas para novos clientes, também contribuiu para o resultado positivo neste trimestre. “Outro destaque foi a melhora da taxa de renovação de clientes que atingiu 98,4% no trimestre, maior que os 97,7% registrados no 4T15. Temos tradicionalmente altas taxas de renovação de clientes, que refletem a base ampla, diversifica e fiel da Companhia. Em um cenário de crise, é mais um fato a se comemorar”, conclui Herszkowicz.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Neste trimestre, também foi observado um bom desempenho na vertical Big Retail, que engloba grandes redes de varejo e lojas de departamento. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

(Redação - Agência IN)