Linx registra receita bruta de R$ 117,2 milhões no 1T15

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Mesmo no cenário de crise, inclusive no varejo, resultado é 27% superior ao mesmo período de 2014; Lucro líquido é de R$ 15 milhões, 9,3% superior ao do 1T14 Foto: Divulgação Mesmo no cenário de crise, inclusive no varejo, resultado é 27% superior ao mesmo período de 2014; Lucro líquido é de R$ 15 milhões, 9,3% superior ao do 1T14

A Linx, líder em tecnologia de gestão para o varejo, encerrou o primeiro trimestre de 2015 com receita operacional bruta (ROB) de R$ 117,2 milhões, um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido atingiu R$ 15 milhões, o que representa ampliação de 9,3% em comparação ao 1T14. Já a geração de caixa (EBITDA) da Companhia foi de R$ 28,8 milhões, 23,6% acima do valor obtido no mesmo período de 2014.

 

A receita operacional bruta é fruto da combinação das receitas recorrente e de serviços, ambas mantendo a tendência de alta verificada em trimestres anteriores. No 1T15, a receita recorrente atingiu R$ 95 milhões, com crescimento de 26,8% sobre o 1T14, e equivalente a 81,1% da receita bruta. Este resultado específico pode ser atribuído à continuidade da estratégia que combina aumento de faturamento nos atuais clientes e de comercialização das chamadas “ofertas cross”, vendas para novos clientes e consolidação dos resultados de aquisições passadas.

Expansão em cenário desafiador

Segundo Dennis Herszkowicz, CFO da Linx, o resultado demonstra que, apesar da deterioração do cenário econômico nos últimos meses, o que inclui o próprio varejo, a Linx segue conquistando novos clientes, aumentando o ticket médio e utilizando aquisições para alocar investimentos em verticais, geografias e tecnologias que ajudem a manter o bom desempenho da receita.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustível. “Neste primeiro trimestre, a Linx assinou contratos com alguns dos maiores varejistas do país, com projetos de grande porte e que deverão gerar receitas recorrentes importantes no futuro. Vale ressaltar também que nossos esforços comerciais têm como foco principal o crescimento das receitas recorrentes, que geram previsibilidade e rentabilidade para a Companhia”, afirma o executivo.

A receita de serviços no primeiro trimestre cresceu 27,9%, se comparado ao do período do ano anterior, e atingiu R$ 22,1 milhões. “É importante mencionar que existe uma oportunidade de mercado, refletida por dinâmicas seculares que impulsionam o investimento em tecnologia. Entre elas podemos citar formalização, profissionalização, consolidação e expansão geográfica das marcas. E, apesar de serem impactadas pela conjuntura atual, essas dinâmicas indicam uma tendência de crescimento contínuo de investimentos, inclusive, em software de gestão para o varejo”, explica Herszkowicz.

Geração de caixa

O EBITDA de R$ 28,8 milhões, mencionado anteriormente, foi 23,6% maior que o primeiro trimestre de 2014. A margem EBITDA do primeiro trimestre de 2015 foi de 27,4%, 80 bps abaixo do primeiro trimestre de 2014. Normalmente, o primeiro trimestre é sazonalmente mais fraco em margem, fruto principalmente do dissídio aplicado em São Paulo em 1º de janeiro.

O lucro-caixa atingiu R$ 24,1 milhões, um aumento de 16,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. A receita operacional líquida (ROL) foi de R$ 105,1 milhões no 1T15, representando um aumento de 26,9% em relação aos R$ 82,8 milhões do 1T14.

(Redação – Agência IN)