Irani registra receita líquida de R$ 238,9 milhões no 3T19

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Irani registra receita líquida de R$ 238,9 milhões no 3T19 Foto: Divulgação

A Irani, uma das principais indústrias brasileiras dos segmentos de papel para embalagens e embalagem de papelão ondulado, anunciou seus números do terceiro trimestre deste ano. A empresa registrou receita líquida de R$ 238,9 milhões, um aumento de 10,1% em relação ao mesmo período de 2018 e crescimento de 6,3% frente ao segundo trimestre deste ano.

 

De acordo com a companhia, o resultado reflete a expansão do volume de vendas e a alta dos preços nesses dois segmentos. Inclusive, o EBITDA ajustado das operações continuadas de R$ 50,4 milhões, também é consequência desses fatores. O indicador representa 7,9% a menos que o obtido no terceiro trimestre de 2018 (R$ 54,7 milhões) e 7,9% superior ao segundo trimestre desse ano (R$ 46,7 milhões).

O volume de vendas do segmento Embalagem de Papelão Ondulado totalizou 42,7 mil toneladas, uma queda de 8% em relação ao terceiro trimestre de 2018, e crescimento de 6,3% sobre o segundo trimestre atual.

O segmento de Papel para Embalagens totalizou 32 mil toneladas, um aumento de 23,2% em comparação com o terceiro trimestre de 2018 e alta de 3,4% sobre o segundo trimestre deste ano. Já o segmento Florestal RS e Resinas, que alcançou 3,4 mil toneladas no último trimestre, registrou quedas de 7,8% em relação ao mesmo período de 2018 e de 14% sobre o segundo trimestre de 2019.

A empresa afirmou, que o mercado doméstico respondeu por 81% de sua receita líquida no terceiro trimestre, um avanço de 5,5 pontos percentuais sobre o período do ano passado. Em relação à receita líquida de R$ 238,9 milhões, 53% foi gerada por Embalagem de Papelão Ondulado, 38% por Papel para Embalagens e 9% por Florestal RS e Resinas.

O resultado líquido das operações continuadas da Irani no terceiro trimestre de 2019 foi de R$ 15,3 milhões de lucro. Isso representa queda ante os R$ 26,4 milhões de lucro registrados no mesmo período do ano passado e superior aos R$ 3,2 milhões negativos no segundo trimestre de 2019.

(Redação - Investimentos e Notícias)