IPP varia 1,50% em setembro, mostra IBGE

Destaque IPP varia 1,50% em setembro, mostra IBGE (Foto: Divulgação) IPP varia 1,50% em setembro, mostra IBGE

Em setembro de 2017, os preços das indústrias extrativas e de transformação subiram 1,50%, valor acima do observado em agosto (0,29%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as 24 atividades, 19 apresentaram variações positivas de preços, contra 12 do mês anterior. O acumulado do ano atingiu 0,48%, contra -1,00% em agosto.

Entre as 24 atividades, 19 tiveram variações positivas de preços, contra 12 do mês anterior. As quatro maiores variações foram observadas entre os produtos das seguintes atividades industriais: indústrias extrativas (14,05%), refino de petróleo e produtos de álcool (4,47%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (2,64%) e outros produtos químicos (2,35%).

Em termos de influência, na comparação entre setembro e agosto de 2017, os destaques foram: refino de petróleo e produtos de álcool (0,47 p.p.), indústrias extrativas (0,46 p.p.), outros produtos químicos (0,22 p.p.) e metalurgia (0,15 p.p.).

Em setembro, o acumulado no ano (setembro de 2017 contra dezembro de 2016) atingiu 0,48%, contra -1,00% em agosto de 2017. Neste indicador, as atividades que, em setembro, tiveram as maiores variações percentuais foram: alimentos (-8,27%), refino de petróleo e produtos de álcool (7,72%),metalurgia (6,54%) e papel e celulose (6,06%).

Ainda no acumulado, os setores de maior influência foram: alimentos (-1,77 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,77 p.p.), metalurgia (0,48 p.p.) e veículos automotores (0,40 p.p.).

Na comparação com setembro de 2016, a variação de preços foi de 2,68%, contra 1,64% em agosto de 2017. As quatro maiores variações de preços ocorreram em indústrias extrativas (20,68%), refino de petróleo e produtos de álcool (11,39%), metalurgia (10,96%) e alimentos (-7,60%). Neste indicador, os setores de maior influência foram: alimentos (-1,65 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,13 p.p.), metalurgia (0,79 p.p.) e indústrias extrativas (0,64 p.p.).

Em setembro de 2017, a variação de preços de 1,50% frente a agosto repercutiu da seguinte maneira entre as Grandes Categorias Econômicas (Tabela 4): -0,29% em bens de capital; 2,24% em bens intermediários; e 0,78% em bens de consumo, sendo que 0,48% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e 0,88% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

A influência do resultado da indústria geral (1,50%) nas Grandes Categorias Econômicas foi a seguinte: -0,03 p.p. de bens de capital, 1,25 p.p. de bens intermediários e 0,28 p.p. de bens de consumo. No caso de bens de consumo, 0,24 p.p. se deveu às variações de preços observadas nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,04 p.p. nos bens de consumo duráveis.

No acumulado no ano (mês atual contra dezembro do ano anterior), as variações de preços da indústria acumularam, até setembro, variação de 0,48%, sendo 0,89% a variação de bens de capital (com influência de 0,08 p.p.), 1,03% de bens intermediários (0,57 p.p.) e -0,47% de bens de consumo (-0,17 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,31 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e -0,48 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Em setembro, o acumulado dos últimos 12 meses na indústria alcançou 2,68%, com as seguintes variações: bens de capital, 2,61% (0,22 p.p.); bens intermediários, 3,11% (1,73 p.p.); e bens de consumo, 2,03% (0,72 p.p.), sendo que a influência de bens de consumo duráveis foi de 0,41 p.p. e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de 0,32 p.p.

(Redação – Agência IN)