IPP varia 0,92% em agosto

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IPP varia 0,92% em agosto (Foto: Pexels) IPP varia 0,92% em agosto

Os preços da indústria variaram 0,92% em agosto de 2019, resultado superior ao observado em julho (-1,20%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado no ano ficou em 2,48% e nos últimos 12 meses em 1,43%. Em agosto de 2019, das 24 atividades pesquisadas, 20 apresentaram alta de preços. 

As quatro maiores variações observadas em agosto de 2019 foram nas seguintes atividades industriais: indústrias extrativas (7,67%), outros equipamentos de transporte (3,65%), fumo (3,29%) e metalurgia (1,99%). Já em termos de influência, os destaques foram nas indústrias extrativas (0,38 p.p.), em alimentos (0,20 p.p.), em metalurgia (0,12 p.p.) e em outros produtos químicos (0,08 p.p.).

Em agosto de 2019, o acumulado no ano (agosto de 2019 contra dezembro de 2018) atingiu 2,48%, contra 1,55% em julho de 2019. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador sobressaíram: indústrias extrativas (30,36%), refino de petróleo e produtos de álcool (7,91%),papel e celulose (-7,84%) e farmacêutica (7,39%). Já os setores de maior influência foram: indústrias extrativas (1,27 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,74 p.p.), outros produtos químicos (-0,33 p.p.) e papel e celulose (-0,28 p.p.).

No acumulado em 12 meses (comparação entre agosto de 2019 e agosto de 2018), a variação de preços foi de 1,43%, contra 1,37% em julho de 2019. As quatro maiores variações ocorreram em indústrias extrativas (31,44%), papel e celulose (-9,07%), farmacêutica (8,85%) e fabricação de máquinas e equipamentos (7,23%).

Entre as grandes categorias econômicas, a variação de 0,92% na comparação entre agosto e julho deste ano repercutiu da seguinte forma: 1,14% em bens de capital; 1,28% em bens intermediários; e 0,36% em bens de consumo (-0,48% em bens de consumo duráveis e 0,54% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis). Já a influência foi: 0,09 p.p. de bens de capital, 0,69 p.p. de bens intermediários e 0,14 p.p. de bens de consumo (0,17 p.p. de bens de consumo semiduráveis e não duráveis e -0,03 p.p. nos bens de consumo duráveis).

As variações acumuladas no ano das grandes categorias econômicas foram: 4,07% de bens de capital (com influência de 0,30 p.p.), 2,03% de bens intermediários (1,11 p.p.) e 2,83% de bens de consumo (1,07 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,16 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e 0,91 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis. Em relação aos últimos 12 meses, as variações foram: bens de capital (6,12%), bens intermediários (0,04%) e bens de consumo (2,72%).

(Redação – Investimentos e Notícias)