Interbrand divulga ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2015

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 Edição desse ano traz um recorde de oscilações em valor de marca Foto: Divulgação Edição desse ano traz um recorde de oscilações em valor de marca

A Interbrand, consultoria global líder em branding, acaba de anunciar o ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2015. O anúncio aconteceu na manhã de hoje, 3, em um evento fechado a convidados, no Insper, em São Paulo.

“A turbulência do cenário político e os passos lentos da economia geraram desconfiança e incerteza nos brasileiros. Esse cenário teve impacto direto no desempenho de muitas marcas. Por outro lado, quem estabeleceu as melhores conexões com seu público alcançou bons resultados, provando que marcas fortes sofrem menos com as crises”, explica Daniella Bianchi, Managing Director da Interbrand.

“A edição de 2015 traz oscilações nunca antes observadas: quinze marcas apresentaram flutuação positiva ou negativa de dois dígitos. Como reflexo dessas variações, temos um aumento de 2,75% no valor total do portfólio e, por outro lado o valor da 25ª marca é menor que em 2014”, diz André Matias, Diretor de Estratégia da Interbrand.

O valor total das 25 marcas brasileiras mais valiosas cresceu: o portfólio, que valia R$ 101 bi no ano passado, passou a valer R$ 104 bi.

Doze das 25 marcas apresentaram uma variação positiva, no comparativo com o ano anterior. Delas, oito aparecem com variação positiva de dois dígitos em seus valores da marca, em comparação com 2014: a líder do ranking, Itaú, com 13%; a Skol, terceira colocada no ranking, com 17%; Cielo com 20%; Lojas Americanas com 21%; Renner com 22%; Ipiranga com 25%; Porto Seguro com 27% (a maior variação positiva); e Havaianas com 19%.

Bohemia e Localiza, respectivamente nas posições 24a. e 25a. passaram a integrar o grupo das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas.

As grandes vencedoras deste ano têm uma característica comum: apostaram no relacionamento com o consumidor, time-to-market, fidelização e conquista da lealdade - atributos fundamentais em momentos de crise, quando os consumidores precisam ser mais seletivos na hora da compra.

A retração econômica e a queda no ritmo do consumo têm sido impedimento para o crescimento no valor de várias marcas. Onze das 25 do ranking perderam valor. Entre as marcas que mais perderam valor, a Petrobras apresentou o maior declínio, com redução de 39%. A Oi teve queda de 36% e a marca Casas Bahia recuou 32% em comparação com 2014.

Para conferir a lista completa de empresas acesse: http://www.rankingmarcas.com.br/

(Redação - Agência IN)