Indústria recuou 21,9% na comparação com maio de 2019, diz IBGE

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Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias (-74,5%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pelos itens automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para o transporte de mercadorias e autopeças.  Houve ainda contribuições negativas dos ramos de máquinas e equipamentos (-35,5%), de metalurgia (-28,0%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-60,8%), de produtos de borracha e de material plástico (-26,4%), de outros produtos químicos (-17,1%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-36,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-56,3%), de produtos de minerais não-metálicos (-25,0%), de produtos de metal (-25,0%), de outros equipamentos de transporte (-71,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-31,1%), de produtos têxteis (-46,5%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos diversos (-50,6%) e de bebidas (-16,5%).  Por outro lado, ainda na comparação com maio de 2019, entre as quatro atividades que apontaram expansão na produção, as principais influências no total da indústria foram registradas por produtos alimentícios (2,9%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%).  Entre as grandes categorias econômicas, ainda no confronto com igual mês de 2019, bens de consumo duráveis (-69,7%) e bens de capital (-39,4%) assinalaram, em maio de 2020, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-19,3%) e de bens intermediários (-14,6%) também mostraram taxas negativas nesse mês, mas ambos com queda menos intensa do que a média nacional (-21,9%). Esses resultados negativos elevados ainda evidenciam as paralisações/interrupções ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de isolamento social por conta da pandemia da COVID-19.  O segmento de bens de consumo duráveis recuou 69,7% em maio de 2020 frente a igual período do ano anterior, quarto resultado negativo seguido nesse tipo de comparação e a segunda queda mais intensa desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda verificada em abril último (-84,9%). O setor foi particularmente pressionado pela redução na fabricação de automóveis (-86,0%). Houve ainda recuos em eletrodomésticos da “linha branca” (-49,7%), eletrodomésticos da “linha marrom” (-30,8%), motocicletas (-85,7%) e pelos grupamentos de móveis (-37,7%) e de outros eletrodomésticos (-49,0%).  O setor de bens de capital, recuou 39,4% em maio de 2020 em relação a igual período de 2019, na quarta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da redução verificada em abril (-51,8%). O segmento foi influenciado pela queda observada no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-59,8%). As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-36,1%), de uso misto (-21,7%), para construção (-41,1%), agrícolas (-21,2%) e para energia elétrica (-14,5%).  Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e não-duráveis recuou 19,3% em maio de 2020, quinta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda observada em abril último (-25,2%). O desempenho nesse mês foi explicado, principalmente, pela queda registrada no grupamento de semiduráveis (-53,9%). Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-9,9%), de não-duráveis (-13,8%) e de carburantes (-15,4%).  A produção de bens intermediários recuou 14,6% no índice mensal de maio de 2020, após também recuar em março (-1,5%) e abril (-17,4%) últimos. O resultado desse mês foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados às atividades de produtos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-70,8%), de metalurgia (-28,0%), de outros produtos químicos (-17,0%), de produtos de minerais não-metálicos (-24,9%), de produtos de borracha e de material plástico (-24,9%), de produtos de metal (-27,3%), de máquinas e equipamentos (-41,1%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos têxteis (-44,9%) e de celulose, papel e produtos de papel (-7,1%), enquanto as pressões positivas foram registradas por produtos alimentícios (16,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (9,7%).  Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-21,5%), que apontou a sexta taxa negativa consecutiva; e de embalagens (-14,9%), que marcou a queda mais elevada desde o início da série histórica.  No índice acumulado para janeiro-maio de 2020, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial recuou 11,2%, com resultados negativos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 75,8% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (-42,0%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria.  Vale destacar também as contribuições negativas assinaladas pelos ramos de metalurgia (-13,9%), de máquinas e equipamentos (-16,3%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-34,3%), de bebidas (-15,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-31,8%), de produtos de minerais não-metálicos (-15,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-12,7%), de outros equipamentos de transporte (-39,3%), de produtos de metal (-13,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-16,0%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-16,8%), de indústrias extrativas (-3,1%), de outros produtos químicos (-6,2%) e de produtos têxteis (-21,4%).  Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os cinco meses de 2020 mostrou menor dinamismo para bens de consumo duráveis (-37,1%) e bens de capital (-21,0%), pressionadas, em grande parte, pela redução na fabricação de automóveis (-49,8%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (-35,3%), na segunda. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-11,2%) e de bens intermediários (-6,7%) também assinalaram taxas negativas no índice acumulado no ano, com o primeiro repetindo a magnitude de queda observada na média nacional (-11,2%); e o segundo registrando o recuo menos intenso entre as categorias econômicas. Foto: Divulgação Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias (-74,5%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pelos itens automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para o transporte de mercadorias e autopeças. Houve ainda contribuições negativas dos ramos de máquinas e equipamentos (-35,5%), de metalurgia (-28,0%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-60,8%), de produtos de borracha e de material plástico (-26,4%), de outros produtos químicos (-17,1%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-36,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-56,3%), de produtos de minerais não-metálicos (-25,0%), de produtos de metal (-25,0%), de outros equipamentos de transporte (-71,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-31,1%), de produtos têxteis (-46,5%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos diversos (-50,6%) e de bebidas (-16,5%). Por outro lado, ainda na comparação com maio de 2019, entre as quatro atividades que apontaram expansão na produção, as principais influências no total da indústria foram registradas por produtos alimentícios (2,9%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%). Entre as grandes categorias econômicas, ainda no confronto com igual mês de 2019, bens de consumo duráveis (-69,7%) e bens de capital (-39,4%) assinalaram, em maio de 2020, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-19,3%) e de bens intermediários (-14,6%) também mostraram taxas negativas nesse mês, mas ambos com queda menos intensa do que a média nacional (-21,9%). Esses resultados negativos elevados ainda evidenciam as paralisações/interrupções ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de isolamento social por conta da pandemia da COVID-19. O segmento de bens de consumo duráveis recuou 69,7% em maio de 2020 frente a igual período do ano anterior, quarto resultado negativo seguido nesse tipo de comparação e a segunda queda mais intensa desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda verificada em abril último (-84,9%). O setor foi particularmente pressionado pela redução na fabricação de automóveis (-86,0%). Houve ainda recuos em eletrodomésticos da “linha branca” (-49,7%), eletrodomésticos da “linha marrom” (-30,8%), motocicletas (-85,7%) e pelos grupamentos de móveis (-37,7%) e de outros eletrodomésticos (-49,0%). O setor de bens de capital, recuou 39,4% em maio de 2020 em relação a igual período de 2019, na quarta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da redução verificada em abril (-51,8%). O segmento foi influenciado pela queda observada no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-59,8%). As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-36,1%), de uso misto (-21,7%), para construção (-41,1%), agrícolas (-21,2%) e para energia elétrica (-14,5%). Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e não-duráveis recuou 19,3% em maio de 2020, quinta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda observada em abril último (-25,2%). O desempenho nesse mês foi explicado, principalmente, pela queda registrada no grupamento de semiduráveis (-53,9%). Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-9,9%), de não-duráveis (-13,8%) e de carburantes (-15,4%). A produção de bens intermediários recuou 14,6% no índice mensal de maio de 2020, após também recuar em março (-1,5%) e abril (-17,4%) últimos. O resultado desse mês foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados às atividades de produtos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-70,8%), de metalurgia (-28,0%), de outros produtos químicos (-17,0%), de produtos de minerais não-metálicos (-24,9%), de produtos de borracha e de material plástico (-24,9%), de produtos de metal (-27,3%), de máquinas e equipamentos (-41,1%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos têxteis (-44,9%) e de celulose, papel e produtos de papel (-7,1%), enquanto as pressões positivas foram registradas por produtos alimentícios (16,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (9,7%). Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-21,5%), que apontou a sexta taxa negativa consecutiva; e de embalagens (-14,9%), que marcou a queda mais elevada desde o início da série histórica. No índice acumulado para janeiro-maio de 2020, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial recuou 11,2%, com resultados negativos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 75,8% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (-42,0%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria. Vale destacar também as contribuições negativas assinaladas pelos ramos de metalurgia (-13,9%), de máquinas e equipamentos (-16,3%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-34,3%), de bebidas (-15,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-31,8%), de produtos de minerais não-metálicos (-15,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-12,7%), de outros equipamentos de transporte (-39,3%), de produtos de metal (-13,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-16,0%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-16,8%), de indústrias extrativas (-3,1%), de outros produtos químicos (-6,2%) e de produtos têxteis (-21,4%). Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os cinco meses de 2020 mostrou menor dinamismo para bens de consumo duráveis (-37,1%) e bens de capital (-21,0%), pressionadas, em grande parte, pela redução na fabricação de automóveis (-49,8%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (-35,3%), na segunda. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-11,2%) e de bens intermediários (-6,7%) também assinalaram taxas negativas no índice acumulado no ano, com o primeiro repetindo a magnitude de queda observada na média nacional (-11,2%); e o segundo registrando o recuo menos intenso entre as categorias econômicas.

Na comparação com maio de 2019, o setor industrial recuou 21,9% em maio de 2020, com resultados negativos nas quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 26 ramos, 72 dos 79 grupos e 81,9% dos 805 produtos pesquisados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além do efeito-calendário negativo, já que maio de 2020 (20 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (22), observa-se a clara diminuição do ritmo da produção devido à influência dos efeitos do isolamento social, que afetou o processo de produção de várias unidades produtivas no país.

Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias (-74,5%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pelos itens automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para o transporte de mercadorias e autopeças.

Houve ainda contribuições negativas dos ramos de máquinas e equipamentos (-35,5%), de metalurgia (-28,0%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-60,8%), de produtos de borracha e de material plástico (-26,4%), de outros produtos químicos (-17,1%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-36,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-56,3%), de produtos de minerais não-metálicos (-25,0%), de produtos de metal (-25,0%), de outros equipamentos de transporte (-71,2%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-31,1%), de produtos têxteis (-46,5%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos diversos (-50,6%) e de bebidas (-16,5%).

Por outro lado, ainda na comparação com maio de 2019, entre as quatro atividades que apontaram expansão na produção, as principais influências no total da indústria foram registradas por produtos alimentícios (2,9%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%).

Entre as grandes categorias econômicas, ainda no confronto com igual mês de 2019, bens de consumo duráveis (-69,7%) e bens de capital (-39,4%) assinalaram, em maio de 2020, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-19,3%) e de bens intermediários (-14,6%) também mostraram taxas negativas nesse mês, mas ambos com queda menos intensa do que a média nacional (-21,9%). Esses resultados negativos elevados ainda evidenciam as paralisações/interrupções ocorridas em diversas plantas industriais, fruto, especialmente, do movimento de isolamento social por conta da pandemia da COVID-19.

O segmento de bens de consumo duráveis recuou 69,7% em maio de 2020 frente a igual período do ano anterior, quarto resultado negativo seguido nesse tipo de comparação e a segunda queda mais intensa desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda verificada em abril último (-84,9%). O setor foi particularmente pressionado pela redução na fabricação de automóveis (-86,0%). Houve ainda recuos em eletrodomésticos da “linha branca” (-49,7%), eletrodomésticos da “linha marrom” (-30,8%), motocicletas (-85,7%) e pelos grupamentos de móveis (-37,7%) e de outros eletrodomésticos (-49,0%).

O setor de bens de capital, recuou 39,4% em maio de 2020 em relação a igual período de 2019, na quarta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da redução verificada em abril (-51,8%). O segmento foi influenciado pela queda observada no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-59,8%). As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-36,1%), de uso misto (-21,7%), para construção (-41,1%), agrícolas (-21,2%) e para energia elétrica (-14,5%).

Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e não-duráveis recuou 19,3% em maio de 2020, quinta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a segunda mais elevada desde o início da série histórica, abaixo apenas da perda observada em abril último (-25,2%). O desempenho nesse mês foi explicado, principalmente, pela queda registrada no grupamento de semiduráveis (-53,9%). Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-9,9%), de não-duráveis (-13,8%) e de carburantes (-15,4%).

A produção de bens intermediários recuou 14,6% no índice mensal de maio de 2020, após também recuar em março (-1,5%) e abril (-17,4%) últimos. O resultado desse mês foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados às atividades de produtos de veículos automotores, reboques e carrocerias (-70,8%), de metalurgia (-28,0%), de outros produtos químicos (-17,0%), de produtos de minerais não-metálicos (-24,9%), de produtos de borracha e de material plástico (-24,9%), de produtos de metal (-27,3%), de máquinas e equipamentos (-41,1%), de indústrias extrativas (-5,7%), de produtos têxteis (-44,9%) e de celulose, papel e produtos de papel (-7,1%), enquanto as pressões positivas foram registradas por produtos alimentícios (16,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (9,7%).

Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-21,5%), que apontou a sexta taxa negativa consecutiva; e de embalagens (-14,9%), que marcou a queda mais elevada desde o início da série histórica.

No índice acumulado para janeiro-maio de 2020, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial recuou 11,2%, com resultados negativos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 75,8% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (-42,0%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria.

Vale destacar também as contribuições negativas assinaladas pelos ramos de metalurgia (-13,9%), de máquinas e equipamentos (-16,3%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-34,3%), de bebidas (-15,5%), de couro, artigos para viagem e calçados (-31,8%), de produtos de minerais não-metálicos (-15,3%), de produtos de borracha e de material plástico (-12,7%), de outros equipamentos de transporte (-39,3%), de produtos de metal (-13,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-16,0%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-16,8%), de indústrias extrativas (-3,1%), de outros produtos químicos (-6,2%) e de produtos têxteis (-21,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os cinco meses de 2020 mostrou menor dinamismo para bens de consumo duráveis (-37,1%) e bens de capital (-21,0%), pressionadas, em grande parte, pela redução na fabricação de automóveis (-49,8%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (-35,3%), na segunda. Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (-11,2%) e de bens intermediários (-6,7%) também assinalaram taxas negativas no índice acumulado no ano, com o primeiro repetindo a magnitude de queda observada na média nacional (-11,2%); e o segundo registrando o recuo menos intenso entre as categorias econômicas.

(Redação - Investimentos e Notícias)