Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia 0,78% em novembro

Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia 0,78% em novembro Foto: Divulgação Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia 0,78% em novembro

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,78% em novembro, acima dos 0,09% registrados no mês anterior. Com isso, o acumulado no ano chegou a 0,40%, contra -0,37% em outubro. O acumulado em 12 meses foi para 0,05%, acima dos -1,14% de outubro. O IPP mede a evolução dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação e das indústrias extrativas. 

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em novembro de 2016 (0,78%), 21 das 24 atividades subiram os preços na comparação com outubro, contra 11 do mês anterior. As quatro maiores altas se deram em metalurgia (3,67%), fumo (3,62%), outros equipamentos de transporte (3,24%) e indústrias extrativas (2,20%). Em termos de influência, sobressaíram metalurgia (0,26 ponto percentual – p.p.), outros equipamentos de transporte (0,08 p.p.), alimentos (0,07 p.p.) e indústrias extrativas (0,07 p.p.).

O indicador acumulado no ano (novembro de 2016 contra dezembro de 2015) atingiu 0,40%, contra -0,37% de outubro. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais, sobressaíram indústrias extrativas (12,40%), outros produtos químicos (-12,36%), impressão (10,53%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (8,88%). Os setores de maior influência foram alimentos (1,73 p.p.), outros produtos químicos (-1,32 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (-0,51 p.p.) e veículos automotores (0,34 p.p.).

Ao comparar novembro de 2016 com novembro de 2015 (acumulado em 12 meses), a variação de preços foi de 0,05%, contra -1,14% em outubro. As quatro maiores variações de preços ocorreram em outros produtos químicos (-14,72%), impressão (13,04%), alimentos (9,45%) e perfumaria, sabões e produtos de limpeza (8,96%). Neste indicador, os setores de maior influência foram alimentos (1,87 p.p.), outros produtos químicos (-1,61 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (-0,52 p.p.) e veículos automotores (0,41 p.p.).

Entre as grandes categorias econômicas na comparação com o mês anterior, houve variação de 1,34% em bens de capital; 0,63% em bens intermediários; e 0,87% em bens de consumo (0,29% em bens de consumo duráveis e 1,04% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis). A influência das grandes categorias econômicas foi a seguinte: 0,12 p.p. de bens de capital; 0,35 p.p. de bens intermediários; e 0,31 p.p. de bens de consumo (0,29 p.p. de bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,02 p.p. de bens de consumo duráveis).

Na perspectiva do acumulado no ano (0,40%), as variações foram de -0,65% em bens de capital (com influência de -0,06 p.p.); -1,98% e bens intermediários (-1,12 p.p.); e 4,57% de bens de consumo (1,58 p.p.). No último caso, este aumento foi influenciado em 0,24 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e 1,34 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Na taxa anual (acumulado em 12 meses) as variações foram de -0,59% em bens de capital (com influência de -0,05 p.p.); -2,81% em bens intermediários (-1,60 p.p.); e 4,96% em bens de consumo (1,70 p.p.), sendo que a influência de bens de consumo duráveis foi de 0,26 p.p. e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de 1,44 p.p..

(Redação - Agência IN)